{"id":10833,"date":"2020-02-17T04:03:06","date_gmt":"2020-02-17T04:03:06","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=10833"},"modified":"2020-02-17T04:03:06","modified_gmt":"2020-02-17T04:03:06","slug":"eudes-de-sousa-por-eudes-de-sousa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/eudes-de-sousa-por-eudes-de-sousa\/","title":{"rendered":"EUDES DE SOUSA POR EUDES DE SOUSA"},"content":{"rendered":"<p>Sem receio de assumir as minhas opini\u00f5es, hoje, nesta coluna, quero mostrar quem me d\u00e1 a explica\u00e7\u00e3o para o que n\u00e3o se explica: a palavra escrita, \u00e9 o meu p\u00e3o de cada dia, embasada em duas causas:<\/p>\n<p>O PAPEL DA CR\u00cdTICA LITER\u00c1RIA<br \/>\nA primeira \u00e9 d\u00e1 voz a cr\u00edtica liter\u00e1ria de ess\u00eancia ou de natureza humanista. Como se sabe, falava-se da cr\u00edtica liter\u00e1ria, h\u00e1 muito tempo, com toda a liberdade. Tinha-se certeza, sobretudo nos meios letrados brasileiros, o que era isso. Hoje, poucos duvidam que a cr\u00edtica liter\u00e1ria, tal como eraconcebida antigamente, uma suposta arte da palavra com um lugar garantido entre os discursos liter\u00e1rios.<br \/>\nA cr\u00edtica \u00e9 uma forma de cria\u00e7\u00e3o paralela, que n\u00e3o consiste em dar a obra um sentido definitivo, pois ela evollui no tempo se figurando sempre nova. Se n\u00e3o for, n\u00e3o ser\u00e1 cr\u00edtica.<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 d\u00favida, que a cr\u00edtica serve justamente para consolidar aquele territ\u00f3rio de comunh\u00e3o e de reconhecimento comum. Por isso, precisamos acabar, de uma vez por todas, com essa falsa e lament\u00e1vel no\u00e7\u00e3o de que a cr\u00edtica deve demolir o que supostamente n\u00e3o presta, mesmo porque o que n\u00e3o presta, j\u00e1 est\u00e1 previamente demolido. \u00c9 bem de ver que a fun\u00e7\u00e3o da cr\u00edtica n\u00e3o se resume \u00e0 hermen\u00eautica do que \u00e9 bom ou do que \u00e9 ruim, e cumpre aqui lembrar que, em mat\u00e9ria de gosto est\u00e9tico, as precia\u00e7\u00f5es valorativas variam muito de leitor para leitor.<br \/>\nQuamdo Marcel Proust emum artigo sobre Baudelaire e Victor Hugo mostrou no que consiste a originalidade ou o \u201cvalor po\u00e9tico\u201d de um e de outro. De cada autor, Prout citava versos ruins ao lado dos que consideravam bons, assinalando pontos fracos e fortes da mesma obra.<br \/>\nAssim, Baudelaire \u00e9 para Proust, o maior poeta do s\u00e9culo XIX, embora n\u00e3o seja dele, mas de Victo Hugo, o poema que considerava mais bonito. Se, mesmo sem ter sido reconhecido imediatamente, Baudelaire tornou-se um \u201ccl\u00e1ssico\u201d, um novo Racine.<br \/>\nIsso n\u00e3o quer dizer, que o cr\u00edtico deve eximir-se quanto \u00e0 den\u00fancia das chamadas fraudes liter\u00e1rias ou de certas gl\u00f3rias da literatura que se edificam \u00e0 sombra, sabe-sel\u00e1 de que ju\u00edzos ou ef\u00eameras circunstancias. \u00c9 nesse sentido que serve o papel de minha cr\u00edtica liter\u00e1ria, para dispertar no leitor o interresse por essa ou aquela obra, mas nunca para induz\u00ed-lo a partilhar da minha opini\u00e3o como cr\u00edtico da obra de um escritor.<br \/>\nEnfim, o leitor \u00e9 partic\u00edpe da cria\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria, e somente o seu esfor\u00e7o, aliado \u00e0 sua imagina\u00e7\u00e3o, poder\u00e1 lev\u00e1-lo afluir plenamente o texto que est\u00e1 lendo. Por isso que o grande cr\u00edtico Franklin Oliveira alude sempre \u00e0quilo que se chama de leitura est\u00e9tica. Portanto, o cr\u00edtico, por mais arguto que seja n\u00e3o tem jamais o direitp de estragar o prazer do leitor<\/p>\n<p>O PAPEL DO JORNALISMO<br \/>\nA segunda \u00e9 defender o ser humano, esse animal pensante n\u00e3o para si, sen\u00e3o equivocamente, com sua estadia neste Planeta Terra, tem sido, n\u00e3o raro, de muitas contradi\u00e7\u00f5es em todos os setores da vida.<br \/>\nIsto \u00e9 uma terr\u00edvel prova para quem \u00e9 um formado de opini\u00e3o, nesse momento de gesta\u00e7\u00e3o! Tentar encarnar no seio de um jornalismo s\u00e9rio os problemas de uma sociedade.<br \/>\nA tarefa \u00e9 mais \u00e1rdua ainda quando se trata de problemas sociais, econ\u00f4micos, pol\u00edticos e culturais, o jornalismo \u00e9 um instrumento de que tenho me valido para cooperar, com homens de boa-f\u00e9 e \u00e9ticos, no trabalho insano, quase desalentador, de ajudar o nosso pa\u00eds a reeguer-se e retomar com urg\u00eancia os caminhos mais acertados, mais justos e mais s\u00e9rios, nesse reajustamento que a\u00ed est\u00e1 por fazer com o objetivo de aperfei\u00e7oar e melhorar a vida p\u00fablica do pa\u00eds, defedendo o regime democr\u00e1tico e os supremos interesses da coletividade brasileira.<br \/>\nEndendemos que o jornalismo tem, acima de tudo, deveres para com o p\u00fablico, e servir a esses altos e generosos pr\u00f3positos. E talvez por isso mesmo, tenho opini\u00e3o, o de n\u00e3o permitir que interesses maquiavelicos possam inspirar a orienta\u00e7\u00e3o de minha verdade, a minha opini\u00e3o deve registrar a coer\u00eancia de um existir voltado somente para o bem comum da coletividade, fazendo da palavra escrita a arma que defende a vida, a igualdade e a liberdade. Sem receio de assumir minhas posi\u00e7\u00f5es ideol\u00f3gicas, com a verdade, com que convivemos, nos novos tempos e com os velhos problemas.<br \/>\nDiziam os romanos, vertendo para o vern\u00e1culo, que a justi\u00e7a \u00e9 a verdade constante perp\u00e9tua de dar a cada um o que \u00e9 seu. Quando o jornalista se pergunta se \u00e9 justo, deve responder convencido que sua a\u00e7\u00e3o n\u00e3o envolve prejuizo a algu\u00e9m, legitimamente investido no direito de n\u00e3o se ver prejudicado.<br \/>\nA justi\u00e7a no jornalismo para um jornalista deve ser a express\u00e3o sincera e necess\u00e1ria do respeito que \u00e9 obrigado a ter para com os interesses da coletividade.<br \/>\nCom base nesta compreens\u00e3o, o nosso recado jornal\u00edstico semanal \u00e9 para que nos dediquemos a ter Ra\u00e7a! obtida \u00e0 custa de muito trabalho, dedica\u00e7\u00e3o, talento e coragem. Enfim, \u00e9 com destemor, que escrevo com as cores do Cear\u00e1 e do Brasil.<\/p>\n<p>Jornalista, Historiador e Cr\u00edtico liter\u00e1rio.<\/p>\n<p><strong>EUDES DE SOUSA, UM JORNALISTA DA CR\u00cdTICA VIBRA<\/strong>NTE<\/p>\n<p>A cr\u00edtica de Eudes de Sousa, alem de vibrante, \u00e9 verdadeira e, assim, sendo, n\u00e3o cansa. \u00c9 por isso que um verdadeiro cr\u00edtico n\u00e3o se v\u00ea na obriga\u00e7\u00e3o de cada artigo, a cada cr\u00edtica mudar de rumo ao opinar os problemas sociais, pol\u00edtica ou uma obra liter\u00e1ria.<br \/>\nEudes de Sousa, nasceu em Sobral na rua das pedrinhas, mas cresceu em S\u00e3o Luis do Maranh\u00e3o, vivendo jornalismo e a literatura. Com muita coisas pata contar e sobre as quais refletir e fazer pensar, Eudes de Sousa n\u00e3o teve alternativa: curso jornalismo e se tornou cr\u00edtico liter\u00e1rio. Publicou v\u00e1rios artigos sobre os problemas sociais, pol\u00edticos e cr\u00edticas liter\u00e1rias nos jornais e revistas.<br \/>\nFoi presidente da Associa\u00e7\u00e3o Maranhense de Escritores. Fundador do Jornal do Escritor, palestrante de cursos de letras em farias faculdades e presidente III Congresso Internacional de Escritores da L\u00edngua Portuguesa e membro do Instituto Hist\u00f3rico Geogr\u00e1fico do Maranh\u00e3o.<br \/>\nDe Jos\u00e9 Sarney: Meu caro Eudes, o Brasil precisa de resson\u00e2ncia no setor da literatura o pa\u00eds necessita disso.<br \/>\nDo presidente da Associa\u00e7\u00e3o Paulista de Cr\u00edticos de Arte: Eudes acompanho toadas as suas atividades liter\u00e1ria. Fico ao seu inteiro dispor para contribuir no sucesso do seu trabalho.<br \/>\nO jornalista, Historiador e Cr\u00edtico Liter\u00e1rio, escreve semanalmente em sua, ora problemas sociais e pol\u00edticos, ora cr\u00edticas liter\u00e1rias. Neste jornal centen\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sem receio de assumir as minhas opini\u00f5es, hoje, nesta coluna, quero mostrar quem me d\u00e1&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":10834,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,16],"tags":[],"class_list":["post-10833","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-eudes-de-sousa"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/Eudes-de-Sousa-escritor-4.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":8748,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/cruz-e-sousa-entre-a-poesia-e-o-preconceito\/","url_meta":{"origin":10833,"position":0},"title":"CRUZ E SOUSA ENTRE A POESIA E O PRECONCEITO","author":"","date":"Agosto 17, 2019","format":false,"excerpt":"O objetivo do presente artigo \u00e9 examinar a interfer\u00eancia do preconceito racial e a teoria cr\u00edtica liter\u00e1ria sobre o poeta Cruz e Sousa. 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