{"id":11726,"date":"2020-07-12T00:42:14","date_gmt":"2020-07-12T00:42:14","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=11726"},"modified":"2020-07-12T00:42:14","modified_gmt":"2020-07-12T00:42:14","slug":"voltando-novamente-a-mesma-questao-de-sempre-para-que-estudar-filosofia-principalmente-em-tempos-de-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/voltando-novamente-a-mesma-questao-de-sempre-para-que-estudar-filosofia-principalmente-em-tempos-de-pandemia\/","title":{"rendered":"Voltando, novamente, \u00e0 mesma quest\u00e3o de sempre: para que estudar Filosofia (principalmente em tempos de pandemia)?"},"content":{"rendered":"<p>Que o saber humano seja diversificado \u00e9 algo incontest\u00e1vel. Isso se explica de muitos lugares, desde m\u00e9todos ou objetos at\u00e9 \u00e0s aplica\u00e7\u00f5es que deles derivam para a realidade di\u00e1ria. Embora haja essa diversidade que, imagino, deva ser compreendida como algo de positivo para o mundo dos seres humanos, nem todo saber parece gozar do mesmo \u201cstatus\u201d ou \u201crelev\u00e2ncia\u201d para parte consider\u00e1vel das pessoas.<br \/>\nExplico: enquanto muitos interpretam a import\u00e2ncia de um saber em fun\u00e7\u00e3o da utilidade que dele se pode extrair, saberes como a medicina ou as engenharias em geral tendem a ser considerados mais \u201cvaliosos\u201d e, por isso mesmo, gozam de certa \u201csuperioridade\u201d em rela\u00e7\u00e3o a outros campos do saber. Nada contra a medicina ou as engenharias; sem elas, a realidade seria muito mais dura e in\u00f3spita para todos n\u00f3s, reconhe\u00e7o (e, n\u00e3o s\u00f3, como estimulo o reconhecimento coletivo!). Precisamos cada vez mais da boa medicina e das boas engenharias! Em decorr\u00eancia dessa vis\u00e3o, no entanto, saberes cuja aplica\u00e7\u00e3o n\u00e3o resulte em algo compreendido como \u201c\u00fatil\u201d \u2013 embora essa seja uma conceitua\u00e7\u00e3o bastante complexa e que, portanto, exigiria um exame mais acurado, mais que uma compreens\u00e3o superficial e vaga \u2013 s\u00e3o, volta e meia, colocados em xeque e reiteradamente precisam constituir uma nova e repetida \u201cjustificativa\u201d de si mesmos, assim como sobre seu papel e, sobretudo, sobre suas potencialidades.<br \/>\nEsse parece ser o caso das Ci\u00eancias Humanas, em geral, e, em particular, da Filosofia. N\u00e3o s\u00e3o raros, infelizmente, os \u201cespecialistas de internet\u201d, autodiplomados em tudo, que promovem o discurso da necessidade de rebaixamento da Filosofia \u00e0 execra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, sugerindo, entre outras aberra\u00e7\u00f5es, a elimina\u00e7\u00e3o de Cursos na \u00e1rea ou o linchamento virtual de seus defensores e propagadores, em nome de uma question\u00e1vel (para dizer o m\u00ednimo!) vis\u00e3o de utilidade que constrasta, radicalmente, com tudo o que a Filosofia desde sempre procurou promover, ao estimular o debate sadio e a constru\u00e7\u00e3o de uma vis\u00e3o cr\u00edtica e criteriosa do pr\u00f3prio sujeito (em que pese toda a carga sem\u00e2ntica discut\u00edvel de um conceito como este no \u201cparadigma\u201d contempor\u00e2neo da intersubjetividade) e da realidade que ele tem ao seu redor, formulando quest\u00f5es irresist\u00edveis para a reflex\u00e3o humana.<br \/>\nEm tempos de quarentena, autoimposta por uns, externamente exigida para outros, novamente a pergunta pela legitima\u00e7\u00e3o da Filosofia ronda nossas redes sociais e nossas conversas \u2013 agora, muitas vezes, apenas virtuais. N\u00e3o h\u00e1 como n\u00e3o trazer \u00e0 baila a provoca\u00e7\u00e3o deleuziana, quando diz: \u201cQuando algu\u00e9m pergunta para que serve a filosofia, a resposta deve ser agressiva, porque a pergunta pretende-se ir\u00f3nica e mordaz. [\u2026]A filosofia serve para afligir. A filosofia que n\u00e3o aflige ningu\u00e9m e n\u00e3o contraria ningu\u00e9m n\u00e3o \u00e9 uma filosofia. Serve para atacar o disparate, faz do disparate qualquer coisa de vergonhoso. Tem apenas um \u00fanico uso: denunciar a baixeza do pensamento sob todas as suas formas. [\u2026] Fazer, finalmente, do pensamento qualquer coisa de agressivo, de activo e de afirmativo. Fazer homens livres [\u2026]. Vencer o negativo e os seus falsos prest\u00edgios. Quem \u00e9 que tem interesse em tudo isso sen\u00e3o a filosofia? A filosofia como cr\u00edtica diz-nos o mais positivo de si pr\u00f3pria: empresa de desmistifica\u00e7\u00e3o. E n\u00e3o nos apressemos, a este respeito, a proclamar o desaire da filosofia. Por maiores que sejam, o disparate e a baixeza seriam ainda maiores se n\u00e3o subsistisse um pouco de filosofia que os impedisse respectivamente, ainda que apenas por ouvir-dizer, de ser t\u00e3o disparatado e t\u00e3o baixa que cada um se sustentasse por sua conta. Certos excessos s\u00e3o-lhe interditos, mas quem \u00e9 que lhos interdiz sen\u00e3o a filosofia? Quem \u00e9 que os obriga a disfar\u00e7ar-se, a tomar ares nobres e inteligentes, ares de pensador?\u201d.<br \/>\nA provoca\u00e7\u00e3o de Deleuze nos ajuda a pensar, portanto, que h\u00e1 duas grandes utilidades para a Filosofia, quais sejam: uma utilidade negativa, compreendida como nega\u00e7\u00e3o do disparate, da tolice, associada \u00e0 utilidade positiva, pela qual a Filosofia n\u00e3o \u00e9 mais que o est\u00edmulo \u00e0 desmistifica\u00e7\u00e3o da realidade. Nesse sentido, o fil\u00f3sofo tem um compromisso radical, porque de raiz, com sua pr\u00f3pria realidade, que deve ser expresso no desvelamento dessa realidade como est\u00e1 dada, incluindo seus problemas e inquieta\u00e7\u00f5es, e estimulando uma compreens\u00e3o mais densa dela pr\u00f3pria, que supere uma caricatura constru\u00edda algumas vezes na base da ignor\u00e2ncia e, noutras, na base da m\u00e1-f\u00e9. Em qualquer que seja o cen\u00e1rio, as perguntas filos\u00f3ficas prosseguem indispens\u00e1veis, porque dizem respeito ao ser humano e sua \u201crealidade real\u201d, n\u00e3o obstante as \u201crealidades fict\u00edcias\u201d fabricadas de maneira caricatural por ignorantes ou enganadores.<br \/>\nIsso poderia dar a impress\u00e3o de que o fil\u00f3sofo seria algu\u00e9m que est\u00e1 \u201cacima de qualquer suspeita\u201d, porque acima da ignor\u00e2ncia e da m\u00e1-f\u00e9. Mas n\u00e3o \u00e9 esse o caso, e me permita esclarec\u00ea-lo: primeiro, porque o fil\u00f3sofo reconhece (ou deve reconhecer, se \u00e9 fil\u00f3sofo) a sua ignor\u00e2ncia, mas a toma como ponto de partida para uma investiga\u00e7\u00e3o s\u00e9ria do que desconhece, justamente para n\u00e3o se contentar com o dado como se fosse definitivo, do ponto de vista epistemol\u00f3gico; segundo, porque a m\u00e1-f\u00e9 certas vezes comparece nos comportamentos humanos, e o fil\u00f3sofo compreende que a liberdade humana permite a\u00e7\u00f5es que se adequam e que n\u00e3o se adequam aos limites de uma conviv\u00eancia humana \u201cposs\u00edvel\u201d, e que lhe cabe a fun\u00e7\u00e3o de investigar quais os meios de justifica\u00e7\u00e3o de tais e tais possibilidades na e para a vida efetiva das pessoas, do ponto de vista moral. Nesse sentido, os fil\u00f3sofos s\u00e3o tamb\u00e9m humanos, por vezes ignorantes e que, por vezes, igualmente agem de m\u00e1-f\u00e9. Mas pela sua postura cr\u00edtica de inaceita\u00e7\u00e3o imediata do que esta posto, acabam por ter, por assim dizer, uma \u201cvantagem\u201d; n\u00e3o por serem especiais, mas por serem desconfiados: a desconfian\u00e7a de si mesmos e a desconfian\u00e7a de verdades propostas como acabadas e inquestion\u00e1veis faz parte da atitude que todo fil\u00f3sofo deve constituir, em rela\u00e7\u00e3o a si e aos outros, assim como em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 realidade mesma e \u00e0s narrativas a seu respeito.<br \/>\nAtualmente, em \u00e9poca de recrudescimento de velhos saudosismos por um passado de ouro, perfeito, que se apegam a anti-valores \u201csuperiores\u201d e ditatoriais, temos a oportunidade de revisar nossas posturas e convic\u00e7\u00f5es em fun\u00e7\u00e3o de uma pandemia n\u00e3o experimentada antes pela nossa gera\u00e7\u00e3o. Um pequeno v\u00edrus, que n\u00e3o tem nacionalidade nem ra\u00e7a, mudou radicalmente nossa forma de ser e de conviver, e certamente afetar\u00e1 (e j\u00e1 est\u00e1 afetando, de fato) nossa compreens\u00e3o a respeito de n\u00f3s mesmos e do mundo que nos cerca. N\u00e3o sa\u00edmos mais \u00e0s ruas, n\u00e3o frequentamos qualquer lugar que n\u00e3o seja a nossa pr\u00f3pria casa; parece que temos a\u00ed uma boa ocasi\u00e3o para visitarmos a n\u00f3s mesmos. Desde sempre, para a Filosofia, o conhecimento de si mesmo representa um grande desafio a respeito do que, nos nossos tempos, talvez n\u00e3o tenhamos sentido de perseguir pela correria do trabalho, por um dia que nunca tem suficientes horas, considerando-se o que se tem a fazer.<br \/>\nEntretanto, olhar para si mesmo \u00e9, ao mesmo tempo, algo estupendo e terr\u00edvel: encontramos nossas habilidades e podemos trabalhar no sentido de as aprimorar, assim como de desenvolver outras e crescer como humanos; mas tamb\u00e9m percebemos nossos abismos e medos, assim como o que somos quando ningu\u00e9m nos v\u00ea, e isso nos assombra profundamente. O que faremos com isso? Quem de n\u00f3s ter\u00e1 a coragem \u2013 talvez mesmo a ousadia! \u2013 de perguntar \u201cQuem eu sou?\u201d ou \u201cPara onde iremos depois que tudo isso passar\u201d? Quem de n\u00f3s ir\u00e1 propor novos meios de sociabilidade para um novo mundo que se descortina diante dos nossos olhos? O que faremos com essa oportunidade?<br \/>\nAs respostas a essas quest\u00f5es podem ser muitas, mas certamente o potencial das perguntas sobre os que nos permitirmos pensar sobre elas s\u00f3 pode ser calculada em megatons. S\u00e3o nossos (novos) tempos e eles exigem um nosso (novo e pr\u00f3prio) Big Bang.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>JOS\u00c9 EDMAR LIMA FILHO<\/p>\n<p>*Jos\u00e9 Edmar Lima Filho \u00e9 Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Cear\u00e1 (UFC) e Professor Adjunto do Curso de Filosofia da Universidade Estadual Vale do Acara\u00fa (UVA)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Que o saber humano seja diversificado \u00e9 algo incontest\u00e1vel. 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