{"id":12397,"date":"2020-08-02T22:40:23","date_gmt":"2020-08-02T22:40:23","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=12397"},"modified":"2020-08-02T22:40:23","modified_gmt":"2020-08-02T22:40:23","slug":"o-que-nos-espera-depois-da-pandemia-dos-prognosticos-arbitrarios-a-uma-reflexao-anti-dogmatica-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/o-que-nos-espera-depois-da-pandemia-dos-prognosticos-arbitrarios-a-uma-reflexao-anti-dogmatica-2\/","title":{"rendered":"O que nos espera depois da pandemia? Dos progn\u00f3sticos arbitr\u00e1rios a uma reflex\u00e3o anti-dogm\u00e1tica"},"content":{"rendered":"<p>Com alguma frequ\u00eancia, distintos progn\u00f3sticos sobre a vida humana depois da pandemia se multiplicam entre n\u00f3s. Ampliado o alcance dos nossos pensamentos pela web, quase por um movimento espont\u00e2neo e instant\u00e2neo, as informa\u00e7\u00f5es s\u00e3o disseminadas em fra\u00e7\u00f5es de segundo e j\u00e1 n\u00e3o conhecem fronteiras territoriais, sen\u00e3o a \u201cgeografia\u201d \u2013 se me permitem dizer assim \u2013 das telas dos smartphones ou dos computadores mundo afora.<br \/>\nNesse mundo, que traz consigo o que Giddens nomeava por \u201cconsequ\u00eancias da modernidade\u201d, de rela\u00e7\u00f5es de algum modo fragilizadas por uma fluidez pr\u00e9-pand\u00eamica, de amizades virtuais multiplicadas exponencialmente e onde os corpos j\u00e1 muito raramente se tocavam, embora sobre eles se exercesse desde h\u00e1 muito tempo uma tentativa n\u00e3o apenas de controle sen\u00e3o de confisco, nesse mesmo mundo em que as conversas permaneciam na quase exclusividade das mensagens por aplicativos, por vezes, inclusive, entre pessoas que compartilham os mesmos espa\u00e7os f\u00edsicos paulatinamente substitu\u00eddos pelos virtuais, irrompe um microsc\u00f3pico organismo acelular, cuja incalcul\u00e1vel pot\u00eancia nos constrange a permanecer trancafiados em nossas casas, seja pelo medo do cont\u00e1gio, seja pela solidariedade genu\u00edna de \u201cachatar as curvas\u201d, e nos imp\u00f5e, al\u00e9m da necessidade de revisitar a n\u00f3s mesmos, a redescoberta da primordialidade do \u201coutro\u201d como parte constitutiva de nossa natureza dial\u00f3gica.<br \/>\n\u00c9 impressionante, se me permitem, que tenhamos tido a chance de compreender que isolar-se do outro nesse momento \u00e9 uma emerg\u00eancia n\u00e3o apenas sanit\u00e1ria, sen\u00e3o tamb\u00e9m pol\u00edtico-moral \u2013 o que Gustavo Silvano Batista teve ocasi\u00e3o de nomear por \u201cisolamento solid\u00e1rio\u201d. \u00c9 esse o mundo que temos e de onde se revela a necessidade de um esfor\u00e7o reflexivo para compreender a nossa sociabilidade e a sua reinven\u00e7\u00e3o.<br \/>\nA redescoberta do \u201coutro\u201d, quer seja esse \u201coutro\u201d algu\u00e9m que compartilha os meus predicados humanos, quer seja a natureza externa a n\u00f3s, parece ser algo t\u00e3o absolutamente fundamental para n\u00f3s que possui repercuss\u00f5es bastante significativas para compreender o que somos e o que faremos quando tudo isso passar. Parece que o min\u00fasculo coronav\u00edrus est\u00e1 nos oferecendo uma oportunidade ainda desconhecida para a nossa gera\u00e7\u00e3o: al\u00e9m da import\u00e2ncia de revisitar o nosso interior e descobrir nossas pot\u00eancias e fragilidades, estamos frente \u00e0 chance de (re)descobrir e, com isso, (re)valorizar o outro; numa palavra: trata-se de reconhec\u00ea-lo, para ent\u00e3o agir no sentido de promover-lhe o pleno desenvolvimento de suas capacidades.<br \/>\n\u00c9 dif\u00edcil dizer como o mundo ser\u00e1 depois da pandemia. Eu diria que \u00e9 mesmo arriscado, temer\u00e1rio, pois qualquer progn\u00f3stico, de algum modo, pode ser (ainda que n\u00e3o necessariamente) uma tentativa de controle do imprevis\u00edvel, por vezes at\u00e9 bem intencionada, mas por vezes inclinada \u00e0 transig\u00eancia por expectativas forjadas por interesses, digamos, n\u00e3o t\u00e3o \u201cisentos\u201d quanto gostar\u00edamos, talvez.<br \/>\nAinda assim, me parece que resiste algo f\u00e1cil de constatar: o que permanecer\u00e1 ainda ali, no cen\u00e1rio p\u00f3s-pand\u00eamico, se desconsideramos pedagogicamente \u2013 e por interesses que aqui nesse podcast eu gostaria de chamar \u201cdid\u00e1ticos\u201d, para facilitar nossa compreens\u00e3o \u2013 tudo que seja externo aos humanos e sobre os quais nossa parcela de controle \u00e9, por vezes, t\u00e3o \u00ednfima que consider\u00e1-lo traria dificuldades adicionais que talvez fossem mesmo \u201cinsol\u00faveis\u201d para nossa reflex\u00e3o nesse momento. O que prosseguir\u00e1 depois da pandemia, quando consideramos restritamente os constructos humanos \u00e9 aquilo que ele, ser humano, sempre foi: um projeto ilimitado, uma indetermina\u00e7\u00e3o absoluta, uma abertura infinita, um inacabamento dado por um horizonte de inumer\u00e1veis possibilidades. Se \u00e9 assim, ent\u00e3o o mundo que teremos continuar\u00e1 sendo o mundo que construiremos para n\u00f3s, pois que n\u00e3o somos apenas o resultado das nossas determina\u00e7\u00f5es org\u00e2nicas, uma vez que produzimos, a partir disso, uma artificialidade que nos parece significativa porque resultado de nossas escolhas e, portanto, de nossa interioridade.<br \/>\nO mundo que constru\u00edmos at\u00e9 aqui reclama nossa aten\u00e7\u00e3o para a import\u00e2ncia da alteridade humana assim como da natureza em geral, al\u00e9m do que exige uma mudan\u00e7a fundamental em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 nossa sociabilidade, seja por um exame de suas causas, seja pelo de suas consequ\u00eancias, e em refer\u00eancia ao modo como lidamos com as quest\u00f5es ecol\u00f3gicas pr\u00f3prias dos nossos tempos. N\u00e3o \u00e9 de hoje que o \u201calerta\u201d soa: nosso modo de vida est\u00e1 consumindo todas as possibilidades que sustentam a nossa pr\u00f3pria sobreviv\u00eancia no planeta. O diagn\u00f3stico do que temos hoje pode ser desalentador: a devasta\u00e7\u00e3o desenfreada da natureza em fun\u00e7\u00e3o de uma economia que sobrevive da morte da flora, a extin\u00e7\u00e3o sem precedentes de diversas esp\u00e9cies animais, a autoriza\u00e7\u00e3o do assass\u00ednio de m\u00faltiplas vidas humanas pela mis\u00e9ria do baixo poder de aquisi\u00e7\u00e3o do necess\u00e1rio por lhe faltar, n\u00e3o uma dignidade intr\u00ednseca, mas o dinheiro, que corr\u00f3i tudo e todos, e que, portanto, pode ser equipar\u00e1vel a uma moeda de valor tanatol\u00f3gico.<br \/>\nA esperan\u00e7a dos tempos p\u00f3s-coronav\u00edrus \u00e9 que aprendamos com nossos enganos e invistamos em nossos sucessos. Da\u00ed a import\u00e2ncia de se constituir uma nova economia, que n\u00e3o rivalize com a sa\u00fade, mas que esteja baseada em uma coopera\u00e7\u00e3o menos interessada no prest\u00edgio de bilion\u00e1rios que na distribui\u00e7\u00e3o de renda b\u00e1sica, que fa\u00e7a progredir as condi\u00e7\u00f5es de vida digna para popula\u00e7\u00f5es inteiras, que hoje sequer podem nomear o que presenciam em primeira pessoa por algo distinto de \u201csobreviver\u201d. \u201c\u00c9 uma expectativa ut\u00f3pica!\u201d, dir\u00e3o alguns; \u201c\u00e9 uma previs\u00e3o imposs\u00edvel!\u201d, vociferar\u00e3o outros. Eu continuarei supondo que tudo aquilo que fizemos um dia, poderia ter sido feito de outra maneira, e que isso significa n\u00e3o apenas acreditar no ser humano, mas responsabiliz\u00e1-lo gravemente pelas consequ\u00eancias do que faz.<br \/>\nDessas reflex\u00f5es, sobrevive, certamente, ainda a quest\u00e3o \u201co que nos espera depois da pandemia?\u201d Espero que estejamos l\u00e1 para descobrir, pois muitos de nossa esp\u00e9cie, infelizmente, ficar\u00e3o pelo meio do caminho; mas espero ainda mais que sejamos apenas o que podemos ser: humanos, no m\u00e1ximo sentido que isso possa significar.<br \/>\n*Jos\u00e9 Edmar Lima Filho \u00e9 Doutor em Filosofia pela Universidade Federal do Cear\u00e1 (UFC) e Professor Adjunto do Curso de Filosofia da Universidade Estadual Vale do Acara\u00fa (UVA)<\/p>\n<p>ERRATA<br \/>\nO artigo apresentado na \u00faltima edi\u00e7\u00e3o do Jornal Correio da Semana | N\u00ba 881\/2020, intitulado: \u201cO que nos espera depois da pandemia? Dos progn\u00f3sticos arbitr\u00e1rios a uma reflex\u00e3o antidogm\u00e1tica, atribu\u00eddo ao Professor Jos\u00e9 Edmar Lima Filho, na verdade, trata-se de uma vers\u00e3o escrita do segundo epis\u00f3dio do podcast \u2013 Filosofia e Realidade.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Com alguma frequ\u00eancia, distintos progn\u00f3sticos sobre a vida humana depois da pandemia se multiplicam entre&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12398,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,76],"tags":[],"class_list":["post-12397","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-edmar-filho"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/ednardo-coluna.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":12203,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/o-que-nos-espera-depois-da-pandemia-dos-prognosticos-arbitrarios-a-uma-reflexao-anti-dogmatica\/","url_meta":{"origin":12397,"position":0},"title":"O que nos espera depois da pandemia? 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