{"id":12465,"date":"2020-08-04T09:41:19","date_gmt":"2020-08-04T12:41:19","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=12465"},"modified":"2020-08-04T09:41:19","modified_gmt":"2020-08-04T12:41:19","slug":"metade-das-mulheres-passou-a-cuidar-de-alguem-na-pandemia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/metade-das-mulheres-passou-a-cuidar-de-alguem-na-pandemia\/","title":{"rendered":"Metade das mulheres passou a cuidar de algu\u00e9m na pandemia"},"content":{"rendered":"<p>Dados s\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es G\u00eanero e N\u00famero e Sempreviva<\/p>\n<p>Metade das mulheres brasileiras passou a cuidar de algu\u00e9m na pandemia. A conclus\u00e3o \u00e9 de pesquisa que analisou os impactos da dissemina\u00e7\u00e3o do novo coronav\u00edrus (covid-19) tendo como foco as mudan\u00e7as no trabalho e na inser\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica das brasileiras. Entre as mulheres do campo, o \u00edndice das que passaram a cuidar de algu\u00e9m sobe para 62%. Entre as negras o percentual \u00e9 de 52%, enquanto entre as brancas ficou em 46%.<\/p>\n<p>O estudo, realizado pelas organiza\u00e7\u00f5es G\u00eanero e N\u00famero e Sempreviva Organiza\u00e7\u00e3o Feminista (SOF), identificou varia\u00e7\u00f5es nesse fen\u00f4meno.<\/p>\n<p>\u201cO cuidado est\u00e1 no centro da sustentabilidade da vida. N\u00e3o h\u00e1 a possibilidade de discutir o mundo p\u00f3s-pandemia sem levar em considera\u00e7\u00e3o o quanto isso se tornou evidente nesse momento de crise global. Trata-se de uma dimens\u00e3o da vida que n\u00e3o pode ser regida pelas din\u00e2micas sociais pautadas no ac\u00famulo de renda e de privil\u00e9gios\u201d, defendem as autoras do estudo.<\/p>\n<p>Para 72% das ouvidas, aumentou a necessidade de monitoramento e companhia. \u00c9 o caso de quem possui demanda de cuidar de crian\u00e7as, idosos ou pessoas com defici\u00eancia. O texto alerta que essa \u00e9 uma dimens\u00e3o do cuidado que muitas vezes fica inviabilizada por n\u00e3o se tratar de uma atividade espec\u00edfica, mas ocorre em paralelo \u00e0s outras ocupa\u00e7\u00f5es das mulheres, como o trabalho.<\/p>\n<p>\u201cEntre as ouvidas, 35% disseram serem as respons\u00e1veis exclusivas pelo trabalho de suas casas. A maioria diz que a divis\u00e3o permaneceu a mesma ou foi reduzida. Para as mulheres, a sobreposi\u00e7\u00e3o do cuidado, trabalho dom\u00e9stico e atividade remunerada, bem como das preocupa\u00e7\u00f5es associadas a esses, marca muito mais do que quem est\u00e1 trabalhando, mas se dedicando aos seus projetos\u201d, disse Tica Moreno, soci\u00f3loga da Sempreviva Organiza\u00e7\u00e3o Feminista.<\/p>\n<p>Sustenta\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>A pesquisa revelou que para 40% das consultadas a pandemia colocou a sustenta\u00e7\u00e3o da casa em risco, \u00edndice elevado para 63% no caso das mulheres em ambientes urbanos. Do universo pesquisado, 16% disseram estar em casa sem trabalho.<\/p>\n<p>A percep\u00e7\u00e3o alcan\u00e7ou patamar maior entre as negras (55%), que tamb\u00e9m conformam 58% das desempregadas (contra 39% das brancas). Em consequ\u00eancia, esse \u00e9 o segmento com maior percentual de pessoas trabalhando por conta pr\u00f3pria.<\/p>\n<p>\u201cA redu\u00e7\u00e3o do apoio externo para o cuidado \u00e9 uma realidade para a maioria das mulheres, mas 42% disseram que j\u00e1 cuidavam de algu\u00e9m e a maioria dessas mulheres s\u00e3o negras. Al\u00e9m da desigualdade entre a responsabilidade de homens e mulheres, tamb\u00e9m entre as mulheres a gente v\u00ea as diferen\u00e7as marcadas pela renda e pela ra\u00e7a\u201d, analisa Tica Moreno.<\/p>\n<p>Sobrecarga<\/p>\n<p>Entre as entrevistadas, 41% informaram ter continuado o trabalho durante a pandemia, com maior carga de tarefas. Entre brancas e negras, os percentuais foram, respectivamente, de 55% e 44%.<\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m disso, as rela\u00e7\u00f5es entre trabalho e atividades dom\u00e9sticas se imbricaram ainda mais, e se antes pagar por servi\u00e7os era a solu\u00e7\u00e3o poss\u00edvel para algumas, a pandemia mostrou a intensifica\u00e7\u00e3o do trabalho das mulheres\u201d, analisam as autoras.<\/p>\n<p>Viol\u00eancia<\/p>\n<p>O estudo apontou que 8,4% das ouvidas manifestaram ter sofrido alguma forma de viol\u00eancia durante a pandemia. Entre as que est\u00e3o na faixa de renda mais baixa, o \u00edndice sobe para 12%.<\/p>\n<p>Entre as negras, as pr\u00e1ticas violentas mais comuns s\u00e3o o ato de trancar em casa, bater ou espancar deixando marcas e quebrar coisas ou rasgar roupas. J\u00e1 entre as brancas, as pr\u00e1ticas mais citadas foram o controle sobre as atividades e comportamentos e a desqualifica\u00e7\u00e3o sexual, sugerindo que procurariam outras mulheres.<\/p>\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o e intensifica\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia dom\u00e9stica durante este per\u00edodo foi percebida por 91% das mulheres ouvidas. \u201c Compreender a disparidade entre percep\u00e7\u00f5es gerais das mulheres e seus relatos sobre suas experi\u00eancias exige compreender e dar visibilidade a uma din\u00e2mica complexa de formas de viol\u00eancias que se reproduzem nas rela\u00e7\u00f5es cotidianas e \u00edntimas e cujo reconhecimento \u00e9 ainda um desafio que se imp\u00f5e \u00e0s a\u00e7\u00f5es de enfrentamento \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher\u201d, aponta o estudo.<\/p>\n<p>Na avalia\u00e7\u00e3o das autoras, os resultados demonstram que \u201cas din\u00e2micas de vida e trabalho das mulheres se contrap\u00f5em ao discurso de que \u2018a economia n\u00e3o pode parar\u2019, mobilizado para se opor \u00e0s recomenda\u00e7\u00f5es de isolamento social. Os trabalhos necess\u00e1rios para a sustentabilidade da vida n\u00e3o pararam \u2013 n\u00e3o podem parar. Pelo contr\u00e1rio, foram intensificados na pandemia\u201d, ponderam<\/p>\n<p>Metodologia<\/p>\n<p>A pesquisa ouviu 2.614 mulheres em abril e maio. Os \u00edndices foram ajustados para aproxim\u00e1-los de uma estimativa da composi\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira.<\/p>\n<p>Por Jonas Valente \u2013 Rep\u00f3rter Ag\u00eancia Brasil &#8211; Bras\u00edlia<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dados s\u00e3o das organiza\u00e7\u00f5es G\u00eanero e N\u00famero e Sempreviva Metade das mulheres brasileiras passou a&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12466,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-12465","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atualidade"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/08\/rio_tem_primeiro_dia_util_de_reabertura_do_comercio_de_rua2906200464.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":22038,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/apos-dois-anos-de-covid-19-um-em-cada-quatro-jovens-nao-estuda-no-brasil\/","url_meta":{"origin":12465,"position":0},"title":"Ap\u00f3s dois anos de covid-19, um em cada quatro jovens n\u00e3o estuda no Brasil","author":"","date":"Dezembro 2, 2022","format":false,"excerpt":"Ap\u00f3s dois anos de pandemia, em 2021, um em cada quatro jovens brasileiros de 15 a 29 anos, o equivalente a 25,8%, n\u00e3o estudava, nem estava ocupado. 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