{"id":12726,"date":"2020-08-12T10:33:13","date_gmt":"2020-08-12T13:33:13","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=12726"},"modified":"2020-08-12T10:33:13","modified_gmt":"2020-08-12T13:33:13","slug":"brasileiro-viaja-pouco-costuma-ir-de-carro-ou-onibus-e-ficar-na-casa-de-parentes-ou-amigos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/brasileiro-viaja-pouco-costuma-ir-de-carro-ou-onibus-e-ficar-na-casa-de-parentes-ou-amigos\/","title":{"rendered":"Brasileiro viaja pouco, costuma ir de carro ou \u00f4nibus e ficar na casa de parentes ou amigos"},"content":{"rendered":"<ul>\n<li>Dos 72,5 milh\u00f5es de domic\u00edlios visitados pela pesquisa, apenas 21,8% registraram alguma viagem.<\/li>\n<li>Os principais motivos para n\u00e3o ter havido viagem foram: falta de dinheiro (48,9%), falta de tempo (18,5%) e n\u00e3o ter havido necessidade (13,5%).<\/li>\n<li>Dos 21,4 milh\u00f5es de viagens analisadas, 96,1% (20,6 milh\u00f5es) foram nacionais e 3,9% (828,7 mil) foram internacionais.<\/li>\n<li>Mais da metade das viagens ocorreu dentro do pr\u00f3prio estado. Os estados que mais receberam visitantes foram S\u00e3o Paulo (18,9%) e Minas Gerais (12,8%).<\/li>\n<li>Do total de viagens, 13,5% ocorreram por motivos profissionais e 86,5% por motivos pessoais.<\/li>\n<li>Das viagens por motivo pessoal, 36,1% ocorreram em visita a parentes, 31,5% em busca de lazer e 17,5% para tratamento de sa\u00fade e bem estar.<\/li>\n<li>Na faixa de rendimento domiciliar per capita de meio at\u00e9 menos de um sal\u00e1rio m\u00ednimo, uma em cada quatro viagens foi para tratamento de sa\u00fade.<\/li>\n<li>Das viagens para lazer, 34,3% foram para ir \u00e0 praia. Viagens com motivos culturais corresponderam a 27,2% e ecoturismo e aventura, 25,6%.<\/li>\n<li>A casa de parentes ou amigos foi o local de hospedagem em mais da metade das viagens na faixa de rendimentos at\u00e9 menos de dois sal\u00e1rios m\u00ednimos.<\/li>\n<li>O principal meio de transporte usado foi o carro particular ou da empresa (46,6%), seguido pelo \u00f4nibus de linha (16%) e o avi\u00e3o (15,3%).<\/li>\n<\/ul>\n<p>Em cerca de quatro\u00a0de cada cinco domic\u00edlios no pa\u00eds, nenhum morador viajou nos meses de abril a agosto de 2019. O motivo alegado em quase metade dos casos foi falta de dinheiro. Daqueles em que houve alguma viagem, mais da metade ocorreu dentro do pr\u00f3prio estado. Das viagens por motivos pessoais, mais de um ter\u00e7o foram para visitar parentes ou amigos, seguidos por lazer e para tratamento de sa\u00fade. Quase metade das viagens foi feita de carro particular ou de empresa. Esses s\u00e3o alguns dos resultados da PNAD Cont\u00ednua Turismo \u2013 3\u00ba trimestre de 2019, divulgada hoje (12) pelo IBGE, em conv\u00eanio com o Minist\u00e9rio do Turismo.<\/p>\n<p>\u201cA pesquisa tem como objetivo desenvolver uma conta sat\u00e9lite de turismo associada \u00e0s Contas Nacionais, al\u00e9m de gerar informa\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas sobre o turismo dom\u00e9stico, que auxiliem em pol\u00edticas p\u00fablicas e entidades privadas do setor\u201d, explica a pesquisadora Flavia Vinhaes.<\/p>\n<p>Dos 72,5 milh\u00f5es de domic\u00edlios visitados, em apenas 21,8% algum morador tinha viajado. \u201cO turismo \u00e9 marcado pela sazonalidade. A\u00a0 pesquisa na amostra de domic\u00edlios cobriu o per\u00edodo de abril at\u00e9 agosto, que n\u00e3o inclui a alta temporada de viagens, geralmente em dezembro e janeiro. Na vers\u00e3o atualizada da pesquisa, que est\u00e1 em campo ao longo de todos os meses de 2020, poderemos captar uma imagem ainda mais precisa do turismo dom\u00e9stico\u201d, ressalta a pesquisadora.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><strong>Em quase metade dos domic\u00edlios\u00a0onde n\u00e3o houve viagens o motivo alegado foi econ\u00f4mico<\/strong><\/p>\n<p>Em quase metade dos 56,7 milh\u00f5es de domic\u00edlios (48,9%) onde n\u00e3o foram registradas viagens, o motivo informado foi falta de dinheiro. Outras raz\u00f5es mais alegadas foram a falta de tempo e n\u00e3o ter havido necessidade. \u201cNo recorte por rendimento, entre os domic\u00edlios com rendimento nominal per capita abaixo de dois sal\u00e1rios m\u00ednimos, a principal causa de n\u00e3o viagem foi a falta de dinheiro. J\u00e1 na faixa de dois ou mais sal\u00e1rios m\u00ednimos, a causa predominante foi a falta de tempo\u201d, observa Flavia Vinhaes.<\/p>\n<p><strong>Uma em cada quatro viagens na faixa de meio a um sal\u00e1rio m\u00ednimo \u00e9 para tratar da sa\u00fade<\/strong><\/p>\n<p>Dos 21,4 milh\u00f5es de viagens investigadas, 18,5 milh\u00f5es foram por motivos pessoais. Entre elas, 36,1% foram para visitar parentes, 31,5% em busca de lazer e 17,5% para tratamento de sa\u00fade e bem estar. O lazer foi o principal motivo de viagens nas classes de rendimento a partir de dois sal\u00e1rios m\u00ednimos, chegando a 55,4% dos domic\u00edlios na classe de quatro ou mais sal\u00e1rios m\u00ednimos. J\u00e1 entre os domic\u00edlios na faixa de at\u00e9 menos de um sal\u00e1rio m\u00ednimo, mais de 60% das viagens foram para visitar parentes ou fazer tratamento de sa\u00fade. \u201cObservamos que as pessoas nas camadas de renda mais baixas saem mais do munic\u00edpio para buscar tratamento de sa\u00fade e bem estar. Na faixa de meio a menos de um sal\u00e1rio m\u00ednimo, cerca de uma em cada quatro viagens foi para tratar da sa\u00fade. Esse motivo n\u00e3o \u00e9 representativo no grupo de quatro ou mais sal\u00e1rios m\u00ednimos, chegando a apenas 4,6%\u201d, analisa a pesquisadora.<\/p>\n<p>Em 34,3% das viagens de lazer, os moradores foram buscar descanso e entretenimento em praias. J\u00e1 as viagens para destinos culturais representaram 27,2% do total, enquanto uma em cada quatro viagens foi para fazer ecoturismo e aventuras. O turismo praiano foi predominante em todas as classes de rendimento exceto naquela a partir de quatro sal\u00e1rios m\u00ednimos, onde 34,4% da viagens foi para lazer cultural.<\/p>\n<p><strong>Quase metade dos viajantes se hospeda na casa de parentes ou amigos<\/strong><\/p>\n<p>A casa de parentes ou amigos foi o destaque entre os locais de hospedagem, representando 47,3% do total de viagens. Em segundo lugar ficou a op\u00e7\u00e3o hotel ou flat. Nas viagens por motivos profissionais, as posi\u00e7\u00f5es se inverteram. As pousadas t\u00eam um participa\u00e7\u00e3o muito baixa, com uma exce\u00e7\u00e3o regional: no Rio de Janeiro, elas representam 10,8% do total de hospedagens. No recorte por rendimentos, o hotel ou flat s\u00f3 ficou em primeiro lugar na classe de quatro ou mais sal\u00e1rios m\u00ednimos, com 38,1%, seguido de perto pela casa de parentes ou amigos, com 35,5%.<\/p>\n<p><strong>Carro particular ou de empresa \u00e9 mais usado para viajar do que \u00f4nibus ou avi\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>O carro particular ou de empresa foi o meio de transporte predominante, com 46,6%, seguido pelo \u00f4nibus de linha 16% e pelo avi\u00e3o, com 15,3%. Nas viagens profissionais, a participa\u00e7\u00e3o do avi\u00e3o subiu para 30,5%. Na classe de rendimentos de menos de meio sal\u00e1rio m\u00ednimo, o \u00f4nibus de linha ficou \u00e0 frente, com 26,5% do total; em todas as demais classes, o carro particular ficou\u00a0na primeira posi\u00e7\u00e3o. Mesmo na faixa de quatro ou mais sal\u00e1rios m\u00ednimos, o autom\u00f3vel ficou com 46,2% do total, seguido pelo avi\u00e3o, com 42,3%.<\/p>\n<p><strong>Maior parte das viagens \u00e9 para o pr\u00f3prio estado<\/strong><\/p>\n<p>O Sudeste \u00e9 a regi\u00e3o que mais recebe e envia viajantes, seguida pelo Nordeste e Sul. Apenas no Sudeste e no Norte, h\u00e1 mais pessoas saindo em viagem do que sendo recebidas. Entre os estados mais procurados por viajantes, S\u00e3o Paulo est\u00e1 em primeiro lugar, com 18,9%, seguido por Minas Gerais, Bahia, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro. \u201cIsso reflete a forte influ\u00eancia do turismo local, ou intrarregional. Por exemplo, quem mora no estado de S\u00e3o Paulo costuma visitar mais outros munic\u00edpios no mesmo estado, numa propor\u00e7\u00e3o acima de 50%. Isso acontece em todos os estados. Por ter a maior popula\u00e7\u00e3o do pa\u00eds, S\u00e3o Paulo lidera o ranking, tanto em viagens de trabalho quanto de lazer\u201d, explica Flavia Vinhaes.<\/p>\n<p><strong>Por Eduardo Peret\u00a0| Arte: Brisa Gil e Jessica C\u00e2ndido<\/strong><\/p>\n<p>Fonte: IBGE &#8211; Cear\u00e1<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Dos 72,5 milh\u00f5es de domic\u00edlios visitados pela pesquisa, apenas 21,8% registraram alguma viagem. 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