{"id":22038,"date":"2022-12-02T11:54:47","date_gmt":"2022-12-02T14:54:47","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=22038"},"modified":"2022-12-02T11:54:47","modified_gmt":"2022-12-02T14:54:47","slug":"apos-dois-anos-de-covid-19-um-em-cada-quatro-jovens-nao-estuda-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/apos-dois-anos-de-covid-19-um-em-cada-quatro-jovens-nao-estuda-no-brasil\/","title":{"rendered":"Ap\u00f3s dois anos de covid-19, um em cada quatro jovens n\u00e3o estuda no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s dois anos de pandemia, em 2021, um em cada quatro jovens brasileiros de 15 a 29 anos, o equivalente a 25,8%, n\u00e3o estudava, nem estava ocupado. Mais da metade &#8211; 62,5% &#8211; \u00e9 mulher. Os dados fazem parte da S\u00edntese de Indicadores Sociais (SIS): uma an\u00e1lise das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira 2022, divulgada hoje (2), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE). Segundo a publica\u00e7\u00e3o, por conta da falta de experi\u00eancia, os jovens s\u00e3o os que enfrentam maior dificuldade tanto para ingressar quanto para permanecer no mercado de trabalho. Eles representam o grupo mais vulner\u00e1vel aos per\u00edodos de crise econ\u00f4mica, especialmente os menos qualificados.<\/p>\n<p>Em 2021, dos 12,7 milh\u00f5es de jovens de 15 a 29 anos que n\u00e3o estudavam nem estavam ocupados no Brasil, as mulheres de cor ou ra\u00e7a preta ou parda representavam 5,3 milh\u00f5es desses jovens (41,9%), enquanto as brancas formavam menos da metade desse montante: 2,6 milh\u00f5es (20,5%), totalizando 7,9 milh\u00f5es de mulheres ou 62,5% dos jovens que n\u00e3o estudavam nem estavam ocupados. Entre os 4,7 milh\u00f5es de jovens restantes nessa situa\u00e7\u00e3o, tr\u00eas milh\u00f5es eram homens pretos ou pardos (24,3%), conforme classifica\u00e7\u00e3o do IBGE, e 1,6 milh\u00e3o de brancos (12,5%). A pesquisa indicou que a pandemia n\u00e3o alterou a composi\u00e7\u00e3o desse indicador por ra\u00e7a ou sexo. A SIS mostra que distintos pap\u00e9is de g\u00eanero na sociedade influenciam a raz\u00e3o pela qual os jovens e as jovens se encontram na situa\u00e7\u00e3o de n\u00e3o estudar nem estar ocupado. Os homens tendem a estar nessa situa\u00e7\u00e3o mais frequentemente como desocupados, ou seja, em busca de ocupa\u00e7\u00e3o e dispon\u00edveis para trabalhar, j\u00e1 as mulheres como fora da for\u00e7a de trabalho. Crian\u00e7as Diversos fatores s\u00e3o respons\u00e1veis pelas mulheres que n\u00e3o estudavam nem estavam ocupadas estarem em maior propor\u00e7\u00e3o fora da for\u00e7a de trabalho, entre eles, destaca-se responsabilidades com o cuidado de crian\u00e7as, conforme a publica\u00e7\u00e3o. Por sua vez, problemas de sa\u00fade e outros motivos prevalecem entre os homens que n\u00e3o estudavam nem estavam ocupados fora da for\u00e7a de trabalho. \u201cAs mulheres, em sua maioria, estavam fora da for\u00e7a de trabalho. Elas n\u00e3o eram desocupadas, elas n\u00e3o estavam procurando emprego e dispon\u00edveis para trabalhar como \u00e9 o caso da maioria dos homens\u201d, afirmou a pesquisadora do IBGE Betina Fresneda. \u201cEssa situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ratificada com a investiga\u00e7\u00e3o dos motivos pelos quais as mulheres est\u00e3o nessa situa\u00e7\u00e3o e, como o principal motivo, figuram cuidados e afazeres dom\u00e9sticos, assim como em outros pa\u00edses que investigam esses motivos\u201d, acrescentou. Esse \u00edndice reduziu em 2021 em rela\u00e7\u00e3o a 2020, quando 28% dos jovens n\u00e3o estavam estudando, nem trabalhando. Em 2020, entre os pa\u00edses da Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE), o Brasil foi o terceiro maior percentual de jovens adultos que n\u00e3o estudavam nem estavam ocupados, ficando atr\u00e1s apenas da \u00c1frica do Sul e da Col\u00f4mbia. N\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o Consideradas todas as faixas et\u00e1rias a partir dos 14 anos, o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o no Brasil subiu de 51% em 2020 para 52,1% em 2021, mas ainda est\u00e1 bem abaixo de 2019, 56,4%. S\u00e3o considerados nesse indicador tanto aqueles que possuem um v\u00ednculo empregat\u00edcio, quanto os empregados sem carteira e os trabalhadores por conta pr\u00f3pria. O estudo mostra, ainda, que, em 2021, aumentou a diferen\u00e7a de ocupa\u00e7\u00e3o entre homens e mulheres. Mesmo situados em patamar mais baixo, o n\u00edvel e a ocupa\u00e7\u00e3o das mulheres foram mais reduzidos em 2020 e cresceram menos em 2021, ampliando a dist\u00e2ncia entre os sexos. Em 2019, antes da pandemia, 66,8% dos homens e 46,7% das mulheres com mais de 14 anos estavam ocupados. Em 2021, o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o dos homens caiu 3,7 pontos percentuais (pp) para 63,1%, enquanto o n\u00edvel de ocupa\u00e7\u00e3o das mulheres recuou 4,8 pp para 41,9%. Em rela\u00e7\u00e3o a ra\u00e7a, a popula\u00e7\u00e3o ocupada preta ou parda \u00e9 19% superior \u00e0 popula\u00e7\u00e3o branca. No entanto, h\u00e1 diferencia\u00e7\u00e3o significativa em rela\u00e7\u00e3o ao v\u00ednculo empregat\u00edcio \u2013 a informalidade \u00e9 maior entre pessoas pretas e pardas \u2013 e a remunera\u00e7\u00e3o. Em 2021, o aumento das ocupa\u00e7\u00f5es informais foi de 1,6 pp para as pessoas de cor ou ra\u00e7a preta ou parda e 0,9 pp para pessoas de cor ou ra\u00e7a branca. Em rela\u00e7\u00e3o ao rendimento, a diferen\u00e7a total \u00e9 de 69,4% entre pretos e pardos e brancos. A SIS re\u00fane indicadores que ajudam em um conhecimento amplo da realidade social do Brasil. A publica\u00e7\u00e3o utiliza dados de pesquisas do IBGE como a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (Pnad) e a Pesquisa de Informa\u00e7\u00f5es B\u00e1sicas Municipais, al\u00e9m de dados de fontes externas como o Minist\u00e9rio da Sa\u00fade e a Ag\u00eancia Nacional de Sa\u00fade Suplementar (ANS), e informa\u00e7\u00f5es de organismos internacionais como a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas (ONU) e a Organiza\u00e7\u00e3o para a Coopera\u00e7\u00e3o e Desenvolvimento Econ\u00f4mico (OCDE).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Ag\u00eancia Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Ap\u00f3s dois anos de pandemia, em 2021, um em cada quatro jovens brasileiros de 15&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":22039,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-22038","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atualidade"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2022\/12\/0055.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":29094,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/nordestinos-negros-e-mulheres-sao-maioria-entre-jovens-que-nao-estudam-nem-trabalham-no-brasil\/","url_meta":{"origin":22038,"position":0},"title":"Nordestinos, negros e mulheres s\u00e3o maioria entre jovens que n\u00e3o estudam nem trabalham no Brasil","author":"adminredacao","date":"Abril 29, 2024","format":false,"excerpt":"Especialistas destacam vulnerabilidade e falta de oportunidade para jovens dentro deste perfil A maioria dos jovens brasileiros entre 15 a 29 anos que n\u00e3o estudam e n\u00e3o trabalham \u00e9 formada por mulheres nordestinas pretas ou pardas. 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