{"id":24588,"date":"2023-05-14T12:45:17","date_gmt":"2023-05-14T15:45:17","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=24588"},"modified":"2023-05-14T12:45:17","modified_gmt":"2023-05-14T15:45:17","slug":"semana-nacional-de-comunicacao-de-combate-ao-trabalho-escravo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/semana-nacional-de-comunicacao-de-combate-ao-trabalho-escravo\/","title":{"rendered":"Semana Nacional de Comunica\u00e7\u00e3o de Combate ao Trabalho Escravo"},"content":{"rendered":"<p><strong>Alerta! Trabalho escravo em alta assusta o Brasil<\/strong><br \/>\nAp\u00f3s 135 anos depois da Lei \u00c1urea, o trabalho an\u00e1logo de escravo segue como uma realidade que atinge milhares de trabalhadores e trabalhadoras no Brasil. De 1995 at\u00e9 hoje mais de 61 mil pessoas foram resgatadas dessa situa\u00e7\u00e3o. Neste sentido a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT) realizar anualmente a Semana Nacional de Comunica\u00e7\u00e3o Contra o Trabalho, que este ano ser\u00e1 nos dias 09 e 13 de maio. Ela se configura como importante iniciativa que visa usar os diversos meios de comunica\u00e7\u00e3o como instrumento de preven\u00e7\u00e3o contra essa forma de explora\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u00c9 preciso que toda a sociedade compreenda que trabalho escravo \u00e9 crime. A classe trabalhadora brasileira vem sofrendo nos \u00faltimos anos condi\u00e7\u00f5es de trabalho e de vida cada vez mais precarizadas. N\u00e3o por acaso, \u00e9 nessa conjuntura que muitas pessoas t\u00eam sido submetidas a situa\u00e7\u00f5es desumanas de trabalho, obrigadas a trabalharem em condi\u00e7\u00f5es degradantes, sem direitos b\u00e1sicos. Isso tem nome: trabalho escravo.<br \/>\nEm 2022, de acordo com os dados da Campanha Nacional da CPT contra o trabalho escravo, mais de 2.500 pessoas foram resgatadas de trabalho escravo no Brasil, sendo 2.218 somente no campo, onde 207 casos foram identificados. Este \u00e9 o maior n\u00famero em 10 anos. Em compara\u00e7\u00e3o \u00e0 m\u00e9dia dos 8 anos anteriores, esses n\u00fameros apresentam uma multiplica\u00e7\u00e3o por mais de dois. Situa\u00e7\u00e3o confirmada nos primeiros 100 dias de 2023: j\u00e1 foram identificados 67 casos e resgatadas 1.179 pessoas, sendo 962 s\u00f3 no meio rural. Alguns casos ganharam repercuss\u00e3o nacional na m\u00eddia, chamando a aten\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o e suscitando questionamentos a respeito da terr\u00edvel explora\u00e7\u00e3o que est\u00e1 por tr\u00e1s da produ\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios itens que chegam \u00e0s nossas mesas.<br \/>\nO crescimento exponencial dos n\u00fameros do trabalho escravo se relaciona com \u00e0 nefasta pol\u00edtica do \u00faltimo governo. O Brasil est\u00e1 entre os cinco pa\u00edses com maior taxa de desemprego no mundo e conhece uma precariza\u00e7\u00e3o absurda das condi\u00e7\u00f5es de trabalho, ligada \u00e0 libera\u00e7\u00e3o total da terceiriza\u00e7\u00e3o e ao crescimento das modalidades de trabalho informais, conhecidas como pejotiza\u00e7\u00e3o e uberiza\u00e7\u00e3o. \u00c9 oportuno dizer, quem mais escraviza no Brasil \u00e9 o agroneg\u00f3cio em cujas atividades, no \u00faltimo ano, foram resgatados 3 entre 4 trabalhadores escravizados.<br \/>\nQuem \u00e9 escravizado tamb\u00e9m tem perfil bem definido, apontando para a persist\u00eancia de mazelas seculares na cadeia de explora\u00e7\u00e3o t\u00edpica do Brasil: quase 80% dos resgatados s\u00e3o afrodescendentes, 4% s\u00e3o de povos ind\u00edgenas, e 42% s\u00e3o do Nordeste, na maioria das vezes obrigados a longas e arriscadas migra\u00e7\u00f5es para encontrar algum trabalho em outras regi\u00f5es do pa\u00eds. Vale destacar que, desde 2013, o governo n\u00e3o contratou mais nenhum auditor fiscal do trabalho, gerando um d\u00e9ficit colossal na capacidade de investigar den\u00fancias (d\u00e9ficit hoje estimado em 1.500 auditores, ou 40% da capacidade te\u00f3rica). Em tal contexto, \u00e9 milagre esses poucos fiscais terem conseguido tirar da invisibilidade e resgatar do trabalho escravo tantas pessoas.<br \/>\nPara erradicar o trabalho escravo no Brasil \u00e9 essencial abordar as causas estruturais que garantem a sua perman\u00eancia, tais como a desigualdade, a concentra\u00e7\u00e3o da terra, a invas\u00e3o dos territ\u00f3rios de povos aut\u00f3ctones e tradicionais, a discrimina\u00e7\u00e3o racial, a falta de pol\u00edticas p\u00fablicas para a agricultura camponesa. Al\u00e9m disso, \u00e9 importante abrir o olho para denunciar e barrar todo tipo de retrocesso e qualquer tentativa para naturalizar o trabalho escravo.<br \/>\nDe olho aberto para n\u00e3o virar escravo! \u201cAbrir o olho\u201d Este \u00e9 exatamente o objetivo da Campanha permanente da CPT de Preven\u00e7\u00e3o e Combate ao Trabalho Escravo. Iniciada em 1997, a Campanha re\u00fane agentes de toda a CPT e parceiros. Eles promovem redes comunit\u00e1rias de vigil\u00e2ncia, constroem estrat\u00e9gias de interven\u00e7\u00e3o coordenadas, realizam processos preventivos junto a comunidades em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade, incentivam e acolhem den\u00fancias, apoiam as fam\u00edlias na resist\u00eancia e conquista de seus direitos, bem como na constru\u00e7\u00e3o de alternativas de vida digna.<br \/>\nA experi\u00eancia da Campanha mostra que libertar pessoas do trabalho escravo n\u00e3o basta para erradicar o sistema da escravid\u00e3o. Esse sistema tem ra\u00edzes m\u00faltiplas e interconectadas, o que requer uma abordagem abrangente, com a\u00e7\u00f5es articuladas a partir do local, onde s\u00e3o produzidas as vulnerabilidades que levam as v\u00edtimas \u00e0 migra\u00e7\u00e3o de risco e ao trabalho escravo. Tamb\u00e9m \u00e9 a partir do seu local de origem que devem ser constru\u00eddas as alternativas. Pela sua natureza transversal, o trabalho escravo est\u00e1 presente em praticamente todos os campos de atua\u00e7\u00e3o da Comiss\u00e3o Pastoral da Terra, incluindo a luta pela terra, \u00e1gua, territ\u00f3rio e direitos.<br \/>\nA Semana de Comunica\u00e7\u00e3o em Combate ao Trabalho, sempre realizada no m\u00eas de maio, tem como objetivo o de alertar trabalhadores e trabalhadoras e a sociedade em geral contra os riscos de aliciamento e de trabalho escravo. Em 2023, a Semana de comunica\u00e7\u00e3o vai de 9 a 13 de maio, culminando no dia em que se completam 135 anos da assinatura da Lei \u00c1urea.<br \/>\nDenuncie! Escravizar uma pessoa \u00e9 crime. O Artigo 149 do C\u00f3digo Penal Brasileiro define 4 caracter\u00edsticas alternativas para identificar este crime: sujeitar algu\u00e9m a trabalho for\u00e7ado, ou a jornada exaustiva, ou a condi\u00e7\u00f5es degradantes de trabalho, ou impedir sua locomo\u00e7\u00e3o em raz\u00e3o de d\u00edvida contra\u00edda com o empregador.<br \/>\nParticipe dessa iniciativa, compartilhando os materiais nas r\u00e1dios e nas redes sociais. Abra o olho denuncie! As den\u00fancias podem ser feitas pelo sistema Ip\u00e9, na Detrae &#8211; Divis\u00e3o de Erradica\u00e7\u00e3o do Trabalho Escravo (no link ipe.sit.trabalho.gov.br) ou no Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho de sua regi\u00e3o; ou atrav\u00e9s do disque 100, ou diretamente na CPT mais pr\u00f3xima de voc\u00ea.<br \/>\nAutor: Frei Xavier Plassat e Francisco Silva<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Alerta! Trabalho escravo em alta assusta o Brasil Ap\u00f3s 135 anos depois da Lei \u00c1urea,&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":24589,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-24588","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atualidade"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/WhatsApp-Image-2023-05-12-at-15.19.11.jpeg","jetpack-related-posts":[{"id":10706,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/a-maior-parte-do-trabalho-escravo-ainda-e-invisivel-para-a-sociedade-dom-evaristo-spengler\/","url_meta":{"origin":24588,"position":0},"title":"\u201cA maior parte do trabalho escravo ainda \u00e9 invis\u00edvel para a sociedade\u201d, dom Evaristo Spengler","author":"","date":"Fevereiro 3, 2020","format":false,"excerpt":"Nesta Semana Nacional de Combate ao Trabalho Escravo, o bispo da prelazia de Maraj\u00f3 (PA) e da Comiss\u00e3o Episcopal Pastoral para o Enfrentamento ao Tr\u00e1fico Humano da Confer\u00eancia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Evaristo Pascoal Spengler fala sobre a triste realidade de trabalhadores que s\u00e3o submetidos a situa\u00e7\u00f5es\u2026","rel":"","context":"In &quot;Atualidade&quot;","block_context":{"text":"Atualidade","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/category\/atualidade\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/domEvaristo.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/domEvaristo.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/domEvaristo.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/domEvaristo.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":17457,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/a-escravidao-negra-existiu-e-a-escravidao-branca\/","url_meta":{"origin":24588,"position":1},"title":"A escravid\u00e3o negra existiu. 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