{"id":26076,"date":"2023-08-14T13:22:34","date_gmt":"2023-08-14T16:22:34","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=26076"},"modified":"2023-08-14T13:22:34","modified_gmt":"2023-08-14T16:22:34","slug":"poucas-e-boas-14","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-14\/","title":{"rendered":"POUCAS E BOAS"},"content":{"rendered":"<p><strong>Obrigado, Papais!<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-14\/whatsapp-image-2023-08-11-at-20-13-57\/\" rel=\"attachment wp-att-26077\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignleft size-medium wp-image-26077\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/WhatsApp-Image-2023-08-11-at-20.13.57-194x300.jpeg\" alt=\"\" width=\"194\" height=\"300\" srcset=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/WhatsApp-Image-2023-08-11-at-20.13.57-194x300.jpeg 194w, https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/08\/WhatsApp-Image-2023-08-11-at-20.13.57.jpeg 253w\" sizes=\"(max-width: 194px) 100vw, 194px\" \/><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Voc\u00ea sabia que que vem de longe a ideia de festejar o dia dos Pais?<\/p>\n<p>A comemora\u00e7\u00e3o come\u00e7ou na antiga Babil\u00f4nia h\u00e1 mais de quatro mil anos. L\u00e1, o jovem Elmesu moldou e esculpiu em argila o primeiro cart\u00e3o. Com isso, ele desejava sorte, sa\u00fade e longa vida a seu pai.<br \/>\nNos Estados Unidos, Sonora Louise resolveu criar o Dia dos Pais em 1909, motivada pela grande admira\u00e7\u00e3o a seu pai, John Bruce Dodd. A data difundiu-se da cidade de Spokane para o Estado de Washington e da\u00ed se tornou uma festa nacional. Em 1972, o presidente Richard Nixon oficializou a comemorada para o terceiro domingo de junho. J\u00e1 no Brasil, onde ocorre no segundo domingo de agosto, a cria\u00e7\u00e3o da data \u00e9 atribu\u00edda ao publicit\u00e1rio S\u00edlvio Bhering, em meados da d\u00e9cada de 50.<br \/>\nInfelizmente, empres\u00e1rios insistem em converter dias como de Natal, das M\u00e3es, dos Pais, dos Namorados, das Crian\u00e7as e anivers\u00e1rios em datas estritamente comerciais. Assim, a maioria das pessoas \u00e9 convencida e, muitas vezes, \u201cobrigada\u201d a apenas dar e receber presentes. E s\u00f3 isso! O real significado da homenagem \u00e9 ofuscado pela imposi\u00e7\u00e3o da gula do com\u00e9rcio, que visa unicamente lucrar.<br \/>\nFelizes das pessoas que questionam tamanha maldade e, quando poss\u00edvel, dizem N\u00c3O a esse prop\u00f3sito mercantilista. Ou, ainda, apesar de oferecer presentes, jamais esquecem o principal, que \u00e9 estar presente, como confirma o caso abaixo.<br \/>\nUm leitor da Coluna, muito harmonioso e feliz com a esposa e seus dois filhos, representa fielmente uma fam\u00edlia exemplar. Al\u00e9m disso, \u00e9 extremamente cuidadoso com os pais, j\u00e1 que os visita religiosamente todo dia. Na casa paterna, cumpre o ritual de pedir-lhes a b\u00ean\u00e7\u00e3o, seguida de um abra\u00e7o e de um beijo.<br \/>\nSegundo o amigo, o que ocorreu no dia dos Pais do ano passado foi, a princ\u00edpio, motivo para culpar-se. Depois, transformou-se em oportunidade para receber mais uma li\u00e7\u00e3o paterna.<br \/>\nDesde a inf\u00e2ncia ele alimentou a ideia de oferecer a seu pai o presente dos sonhos (do pai), aquilo que seu genitor muito desejava obter quando mo\u00e7o. Era coisa relativamente simples. S\u00f3 que, com o passar dos anos, o filho esqueceu qual seria o presente e o pai tamb\u00e9m nunca mais falou no assunto. O pr\u00f3prio pai at\u00e9 tentou adquiri-lo quando mais jovem, mas n\u00e3o foi poss\u00edvel. Pois teve de direcionar toda sua for\u00e7a, seu trabalho e seu dinheiro para educar bem os filhos e lhes proporcionar uma vida menos sofrida que a dele, quando crian\u00e7a.<br \/>\nComo de praxe, no passado dia dos Pais, aquele filho resolveu tentar \u201cacertar\u201d o presente. Chegando \u00e0 sua antiga casa, pediu a b\u00ean\u00e7\u00e3o, beijou e abra\u00e7ou seus velhos. Mas, contrastando com o semblante alegre e radiante do pai, o filho demonstrava certa inquieta\u00e7\u00e3o e tristeza. Indagado sobre o porqu\u00ea daquilo, o filho pediu licen\u00e7a, foi at\u00e9 o carro e trouxe quase uma loja inteira para o pai escolher aquilo que tanto sonhava possuir.<br \/>\nPassou, ent\u00e3o, a apresentar cada presente e sempre perguntava: o do seu sonho \u00e9 esse? Estava ansioso por um \u201csim\u201d, mas s\u00f3 ouvia \u201cn\u00e3o\u201d. E a cada \u201cn\u00e3o\u201d lamentava: \u201cDesculpe, pai, esqueci mesmo qual era seu presente predileto\u201d. Assim foi com o segundo, terceiro, d\u00e9cimo e at\u00e9 o \u00faltimo presente. Por fim, desiludido e com profunda tristeza, disse: \u201cmais uma vez me desculpe, meu pai, por n\u00e3o conseguir realizar seu sonho.<br \/>\nNaquele eloquente sil\u00eancio sua frustra\u00e7\u00e3o e sua tristeza foram derrotadas de vez. De forma carinhosa, ouviu do idoso: \u201cFilho, esque\u00e7a isso e se alegre, pois naquela \u00e9poca eu estava enganado quanto ao meu maior desejo. Outra coisa: voc\u00ea n\u00e3o esqueceu meu presente, n\u00e3o, pois todo dia o recebo cedinho do dia. Sempre que voc\u00ea vem aqui \u00e9 a primeira coisa que me d\u00e1. Isso, sim, \u00e9 que \u00e9 realmente o presente mais preciso e o de que mais gosto.<br \/>\nSem nada entender, o filho retrucou: \u201cMas, como pai, se o primeiro presente que desembrulhei e apresentei foi o domin\u00f3? Voc\u00ea garantiu ter at\u00e9 esquecido como jogar!<br \/>\nE o velho calmamente respondeu: O primeiro n\u00e3o foi esse, filho querido. O primeiro que voc\u00ea me deu foi o que n\u00e3o veio enrolado em papel de presente: s\u00e3o seus abra\u00e7os e beijos. Esse, sim, cumpre muito bem seu papel de enrolar e acalorar todo meu corpo. Tem mais: ele \u00e9 o melhor presente que voc\u00ea sempre tem me dado diariamente, durante todos esses anos. Ele \u00e9 a sua presen\u00e7a, seu carinho e seu amor. E isso me basta! Muito obrigado, amado filho! Deus lhe pague!<br \/>\nComo se constata, a presen\u00e7a \u00e9 o essencial, n\u00e3o custa nada e afasta a hip\u00f3tese de arrependimento futuro. Duvida? Ent\u00e3o, pergunte o que muitos \u00f3rf\u00e3os diriam se pudessem ver seus pais s\u00f3 mais uma vezinha.<br \/>\nCom certeza afirmar\u00e3o que por mais que se d\u00ea carinho, aten\u00e7\u00e3o e se fale do nosso amor ao pai (ou m\u00e3e), quando ainda no nosso conv\u00edvio, pelo restante dos nossos dias a consci\u00eancia rememorar\u00e1 tudo o que deixamos de realizar por eles ou deixamos de lhes dizer (Por que n\u00e3o fiz isso? Por que n\u00e3o disse aquilo? Por que n\u00e3o lhe pedi perd\u00e3o? Por que n\u00e3o agradeci mais o que ele fez por mim?&#8230;)<br \/>\nAgora, se voc\u00ea ainda tem pai aproveite o tempo! Quanto mais praticar gestos de reconhecimento, carinho e gratid\u00e3o menos sua consci\u00eancia lhe cobrar\u00e1. Fa\u00e7a isso aqui e agora! Assim, diminuir\u00e1 hoje a futura d\u00edvida, a frustra\u00e7\u00e3o vindoura que come\u00e7ar\u00e1 a lhe perturbar assim que seu pai fechar os olhos. E que s\u00f3 cessar\u00e1 quando voc\u00ea tamb\u00e9m cerrar os seus.<br \/>\nA b\u00ean\u00e7\u00e3o, meu querido e saudoso pai, GON\u00c7ALO ALVES DA COSTA (foto), falecido aos 73 anos, em 07.04.1992! A ele, bem como \u00e0 minha querida m\u00e3e Gerarda, que morreu aos 87 anos, em 27.06.2011, agrade\u00e7o por tamb\u00e9m ter ensinado e ajudado a mim e a meus doze irm\u00e3os a amortizarmos essa d\u00edvida quando eles ainda estavam entre n\u00f3s. E, em nome do meu, desejo aos demais um Feliz Dia dos Pais!<\/p>\n<p>LEIA, CRITIQUE, SUGIRA E DIVULGUE<br \/>\nwww.artemisiodacosta.blogspot.com<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Obrigado, Papais! &nbsp; &nbsp; Voc\u00ea sabia que que vem de longe a ideia de festejar&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":24516,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,82],"tags":[],"class_list":["post-26076","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-poucas-e-boas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/artemisio-da-costa-2.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":30343,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-42\/","url_meta":{"origin":26076,"position":0},"title":"POUCAS E BOAS","author":"adminredacao","date":"Agosto 12, 2024","format":false,"excerpt":"N\u00e3o \u00e9 nova a ideia de comemorar o dia dedicado aos Pais, pois nasceu na antiga Babil\u00f4nia h\u00e1 mais de quatro mil anos. 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