{"id":26619,"date":"2023-09-25T13:41:04","date_gmt":"2023-09-25T16:41:04","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=26619"},"modified":"2023-09-25T13:41:04","modified_gmt":"2023-09-25T16:41:04","slug":"poucas-e-boas-17","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-17\/","title":{"rendered":"POUCAS E BOAS"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u201cR\u00e1dio: Oportunidade perdida&#8230;\u201d<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-26619 gallery-columns-6 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-17\/whatsapp-image-2023-09-22-at-22-19-27\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/WhatsApp-Image-2023-09-22-at-22.19.27-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2023-09-22 at 22.19.27\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-17\/whatsapp-image-2023-09-22-at-22-20-02\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/09\/WhatsApp-Image-2023-09-22-at-22.20.02-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2023-09-22 at 22.20.02\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>No Brasil, desde 2006, o Dia Nacional dos Radialistas passou a ser comemorado em 07 de novembro, numa homenagem ao m\u00fasico, pol\u00edtico e radialista Ary Barroso (1903-1964). Trata-se de profissionais que, juntamente com os que fazem jornal, televis\u00e3o e as novas m\u00eddias (internet), s\u00e3o os principais agentes na famosa senten\u00e7a \u201cA imprensa \u00e9 o quarto poder\u201d, cunhada pelo advogado, fil\u00f3sofo e pol\u00edtico anglo-irland\u00eas, Edmund Burke (1729 \u2013 1797).<br \/>\nA a\u00e7\u00e3o desses trabalhadores da voz &#8211; quer voltada para o bem, quer para o mal (infelizmente h\u00e1 isso tamb\u00e9m!) vem justificando a frase de Burke no decorrer da hist\u00f3ria. Basta observar a influ\u00eancia desse poder no sucesso ou no fracasso de projetos; na ascens\u00e3o ou queda de governantes ou simplesmente na facilidade com que um epis\u00f3dio divulgado pode ganhar notoriedade ou cair no esquecimento.<br \/>\nO dito de Burke se justifica tamb\u00e9m pela forma com que uma pessoa deixa de ser um desconhecido qualquer e alcan\u00e7a rapidamente a fama. Vale salientar que o inverso tamb\u00e9m pode acontecer com a mesma facilidade e velocidade. Vai depender de como o caso for \u201ctrabalhado\u201d pela imprensa.<br \/>\nQuanto ao mau uso do microfone, o grande comunicador brasileiro H\u00e9lio Ribeiro (1935-2000), cujo nome oficial \u00e9 Jos\u00e9 Magnoli, pregava que \u201cO R\u00e1dio \u00e9 a maior oportunidade perdida de melhorar o mundo\u201d.<br \/>\n\u00c9 dever de justi\u00e7a dizer que a grande maioria dos profissionais se norteia por esse lado bom, pela filosofia pregada por H\u00e9lio Ribeiro, procurando fazer do r\u00e1dio um instrumento para educar, questionar, buscar o bem da sociedade e entreter. S\u00f3 que, lamentavelmente, tamb\u00e9m existe a parcela dos que se afastam dessa filosofia como o diabo foge da cruz.<br \/>\nMas muito dessa \u201coportunidade perdida\u201d de que fala H\u00e9lio Ribeiro ainda pode ser evitado. Em primeiro lugar, que no Pa\u00eds haja mais crit\u00e9rio e rigor na concess\u00e3o das emissoras e na consequente fiscaliza\u00e7\u00e3o. Isso evitaria que elas ca\u00edssem em m\u00e3os indevidas, principalmente de pol\u00edticos, como ocorre hoje, respeitando-se as devidas exce\u00e7\u00f5es,<br \/>\nDa nossa parte (radialistas), que haja mais respeito \u00e0 profiss\u00e3o: que os profissionais sejam realmente vocacionados para a comunica\u00e7\u00e3o salutar; que busquem a verdade atrav\u00e9s da pesquisa, da investiga\u00e7\u00e3o e do estudo, fugindo, assim, do mal\u00e9fico \u201cachismo\u201d e da parcialidade. Que tamb\u00e9m seja evitada, ou melhor, banida a terminologia desrespeitosa, chula (o palavr\u00e3o) usada por alguns, assemelhando-se mais ao linguajar de molecada de ponta de rua e chegando a estuprar os ouvidos de quem preza pela moral.<br \/>\nDe igual modo, que se imprima mais respeito ao nosso Vern\u00e1culo, o que evitaria alguns crimes graves cometidos contra a j\u00e1 sofrida L\u00edngua Portuguesa. Que tamb\u00e9m sejam poupados os ouvintes de se tornarem deposit\u00e1rios dos problemas pessoais, queixas e revoltas de quem fala (o radialista).<br \/>\nOutro ponto que merece questionamento \u00e9 a gula quase irracional por audi\u00eancia a qualquer custo, principalmente atrav\u00e9s da divulga\u00e7\u00e3o da desgra\u00e7a, da intriga, enfim, da m\u00e1 not\u00edcia. \u00c9 \u00f3bvio que n\u00e3o se pode negar ou ofuscar a realidade, pois isso descambaria para a aliena\u00e7\u00e3o. Agora, n\u00e3o dar espa\u00e7o maior para o que de bom tamb\u00e9m acontece e, al\u00e9m disso, dar \u00eanfase \u00e0 m\u00e1 not\u00edcia apelando para o sensacionalismo \u00e9 cruel e deprimente para o ouvinte.<br \/>\nA justificativa de alguns que assim procedem \u00e9 de que a pratica \u00e9 nacional. Segundo eles, \u00e9 o que ensinam os grandes \u201cl\u00edderes\u2019 de audi\u00eancia. Para mim, n\u00e3o \u00e9 bem assim. Seguir cegamente esses \u201clideres\u201d denota despreparo ou pregui\u00e7a mental para avaliar o que realmente \u00e9 bom e \u00fatil a uma comunica\u00e7\u00e3o s\u00e9ria e edificante. E \u00e9 por causa dessa aparente cegueira que tem aumentado o n\u00famero dos que praticam essa \u201ccomunica\u00e7\u00e3o\u201d e dos que se deixam guiar por alguns desses comunicadores e pol\u00edticos incautos ou mesmo maldosos.<br \/>\nPor falar em pol\u00edtica, n\u00e3o \u00e9 nenhum segredo de que h\u00e1 profissional que precisa exercitar mais o respeito a si e \u00e0 categoria, procedendo de forma honesta, em favor do que \u00e9 correto, da verdade, sem \u201ctendencionismo\u2019 pol\u00edtico. Assim, estar\u00e1 protegido de ceder ao ass\u00e9dio das ofertas de ra\u00e7\u00f5es financeiras ou dos \u201cfavores\u201d de quem s\u00f3 visa arrast\u00e1-lo para debaixo do seu jugo e depois us\u00e1-lo como quiser.<br \/>\nVale salientar que trabalhar para um grupo pol\u00edtico ou para uma institui\u00e7\u00e3o, defende-lo, defende-la, inclusive, com argumentos convincentes, n\u00e3o \u00e9 nenhuma transgress\u00e3o. Isso \u00e9 algo inerente \u00e0 profiss\u00e3o; \u00e9 um direito do trabalhador de exercitar seu of\u00edcio e garantir sua sobreviv\u00eancia profissional e pessoal. Mas isso desde que o trabalho do radialista\/jornalista n\u00e3o se direcione unicamente para agredir advers\u00e1rios ou macular pessoas com as quais n\u00e3o simpatiza, munindo-se quase sempre a mentira ou acusa\u00e7\u00f5es sem comprova\u00e7\u00f5es.<br \/>\nSem d\u00favida, incorrendo nesse erro o profissional n\u00e3o tem como exigir respeito; manietado, torna-se objeto de manipula\u00e7\u00e3o do patr\u00e3o\/pol\u00edtico e gera preju\u00edzos \u00e0 reputa\u00e7\u00e3o da sua categoria. Nesse enfoque, tenho de concordar com a confid\u00eancia de um perspicaz ouvinte ao dizer que h\u00e1 alguns radialista\/jornalistas que mudam de opini\u00e3o, ou melhor, mudam \u201cde lado\u201d, como se troca uma camisa, nem se lembrando ou simplesmente tornando sem efeito o que pregava antes. \u00c9 uma l\u00e1stima!<br \/>\nOutra virtude que anda sendo negligenciada por companheiros tem sido a humildade, incluindo-se nesse rol alguns medalh\u00f5es e at\u00e9 calouros no microfone. Seria ideal imprescind\u00edvel que alguns procurem ter mais \u201cos p\u00e9s no ch\u00e3o\u201d e consci\u00eancia de em tudo existe limite. Sem muito esfor\u00e7o, detecta-se que uma minoria (e ainda bem que \u00e9 minoria!) empunha um microfone como se fosse uma arma mort\u00edfera, autoproclamando-se invenc\u00edvel, sem mensurar o mal que um microfone mal utilizado tamb\u00e9m pode causar. Isso \u00e9 prova inequ\u00edvoca de que o profissional desconhece que a palavra tem poder semelhante, e at\u00e9 superior, ao de qualquer outro tipo de arma.<br \/>\nJ\u00e1 no quesito gest\u00e3o, mesmo sabendo da imperiosa necessidade de elas subsistirem, faz-se necess\u00e1rio que as emissoras evitem ter como foco principal apenas o lucro, deixando para segundo plano a boa programa\u00e7\u00e3o. Infelizmente, essa sede de lucro abre portas para o ingresso de profissional sem qualidades morais e intelectuais e que, respaldados no pagamento do hor\u00e1rio, veem-se no direito de achar que podem fazer o que bem entender e quiser.<br \/>\nNesse questionamento, nota-se que os \u00f3rg\u00e3os que formam profissionais (radialistas) continuam falhando na qualifica\u00e7\u00e3o dos futuros comunicadores, no que concerne \u00e0 forma\u00e7\u00e3o \u00e9tica, moral e cultural. No caso das empresas, observa-se que continuam evitando investir em treinamento e acompanhamento profissional. Mas antes disso, defendo que se seja imprescind\u00edvel mais consci\u00eancia de quem usa a fala. Enfim, ningu\u00e9m \u00e9 dono da verdade e todos est\u00e3o sujeitos a erros e acertos.<br \/>\nQue seja radicalmente extirpada toda e qualquer forma de subservi\u00eancia e de arrog\u00e2ncia. Merece lembrar, nesta data, que microfone n\u00e3o \u00e9 arma para intimidar, mas instrumento para formar, orientar, defender cidad\u00e3os e para trabalhar por eles.<br \/>\nQue tal os profissionais mais exaltados exercitarem mais a humildade para pedir desculpas quando errar e para aceitarem educadamente sugest\u00f5es e cr\u00edticas! Desde que comecei no r\u00e1dio em 1996 procuro agir assim.<br \/>\nDa parte de quem ouve, que sejam praticadas mais observ\u00e2ncia e exig\u00eancia dos quanto ao quesito qualidade do profissional e quanto \u00e0 programa\u00e7\u00e3o que est\u00e1 recebendo. Esse p\u00fablico tem todo poder para isso, pois o dispositivo capaz de trazer a palavra do comunicador pra junto de si tamb\u00e9m tem o mesmo poder para afast\u00e1-la. O radialista n\u00e3o est\u00e1 agradando, muda de esta\u00e7\u00e3o ou desliga! Concordar com o que n\u00e3o agrada, que \u00e9 prejudicial, ou apenas prestigiar isso \u00e9 uma demonstra\u00e7\u00e3o de coniv\u00eancia.<br \/>\nEsses s\u00e3o apenas alguns pontos a serem observados por quem deseja oferecer e por quem deseja e necessita de boa comunica\u00e7\u00e3o, aquela que proporciona a todos o crescimento.<br \/>\nSe por um lado h\u00e1 uma corrente que n\u00e3o pensa assim, por outro ainda existem os que obedecem \u00e0 risca essa maneira de trabalhar, que fazem imprensa com muita responsabilidade, prud\u00eancia, intelig\u00eancia e criatividade. Esses, sim, merecem todo o respeito e o apoio dos companheiros que comungam com essa filosofia de bem comunicar e, mais ainda, merecem a prefer\u00eancia de quem pode patrocinar seu trabalho e o apoio total da sociedade. Enfim, ela \u00e9 quem vai receber o produto final. E que esse produto seja o da melhor qualidade.<br \/>\nFinalizando, que nos apeguemos a essa mesma linha de pensamento, que falemos essa mesma l\u00edngua. Pois, segundo o ingl\u00eas David Ogilvy (1911-1999), Pai da Publicidade e fundador da Ogilvy &amp; Mather, \u201cComunica\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 o que voc\u00ea diz, \u00e9 o que os outros entendem\u201d. Fazendo assim, e s\u00f3 assim, estaremos em sintonia com o ouvinte qualificado e fazendo uma comunica\u00e7\u00e3o qualificada, de que tanto necessitamos.<br \/>\nPARAB\u00c9NS,<br \/>\nCOMPANHEIROS!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cR\u00e1dio: Oportunidade perdida&#8230;\u201d No Brasil, desde 2006, o Dia Nacional dos Radialistas passou a ser&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":24516,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,82],"tags":[],"class_list":["post-26619","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-poucas-e-boas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/artemisio-da-costa-2.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":17920,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/ary-barroso\/","url_meta":{"origin":26619,"position":0},"title":"Ary Barroso","author":"","date":"Novembro 7, 2021","format":false,"excerpt":"No Brasil, desde 2006, o Dia Nacional dos Radialistas passou a ser comemorado em 07 de novembro, numa homenagem ao m\u00fasico, pol\u00edtico e radialista Ary Barroso (1903-1964). 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