{"id":27562,"date":"2023-12-11T15:43:02","date_gmt":"2023-12-11T18:43:02","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=27562"},"modified":"2023-12-11T15:43:02","modified_gmt":"2023-12-11T18:43:02","slug":"domicilios-proprios-predominam-mas-135-deles-nao-tem-documentacao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/domicilios-proprios-predominam-mas-135-deles-nao-tem-documentacao\/","title":{"rendered":"Domic\u00edlios pr\u00f3prios predominam, mas 13,5% deles n\u00e3o t\u00eam documenta\u00e7\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><strong>O IBGE divulgou dia 06, a\u00a0\u00a0S\u00edntese de Indicadores Sociais: uma an\u00e1lise das condi\u00e7\u00f5es de vida da popula\u00e7\u00e3o brasileira,\u00a0esse estudo\u00a0traz indicadores sobre estrutura econ\u00f4mica e mercado de trabalho; padr\u00e3o de vida e distribui\u00e7\u00e3o de rendimentos; condi\u00e7\u00f5es de moradia e\u00a0educa\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Destaques<br \/>\nA maior parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira (64,6%) vive em domic\u00edlios pr\u00f3prios e j\u00e1 pagos. Esse percentual vem caindo desde o in\u00edcio da s\u00e9rie, em 2016 (67,8%).<br \/>\nEntre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre, na classe dos 20% com menores rendimentos, 65,4% vivem nessa condi\u00e7\u00e3o, percentual maior do que entre os 20% com maiores rendimentos (64,2%)<br \/>\nA condi\u00e7\u00e3o de domic\u00edlio alugado aumentou, saindo de 17,3% em 2016 para 20,2% em 2022. Entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre, esse percentual foi de 18,3%, 4,0 p.p acima de 2016. Entre os mais ricos, foi de 21,0% em 2022, 3,2 p.p. acima de 2016.<br \/>\nEm 2022, faltava documenta\u00e7\u00e3o para 13,6% das pessoas que viviam em domic\u00edlios pr\u00f3prios, ou 9,6% do total da popula\u00e7\u00e3o. Essa propor\u00e7\u00e3o caiu 2,0 pontos percentuais ante 2019 (11,6%).<br \/>\nEntre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre, 18,5% vivem em domic\u00edlios pr\u00f3prios sem documenta\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u00d4nus excessivo com aluguel atingia 23,3% da popula\u00e7\u00e3o residente em domic\u00edlios alugados (4,7% do total da popula\u00e7\u00e3o). Essa vulnerabilidade atinge mais \u00e0 mulher sem c\u00f4njuge com filho de at\u00e9 14 anos (14,2%), os arranjos unipessoais (9,6%) e a popula\u00e7\u00e3o mais pobre (9,7%).<br \/>\nNa popula\u00e7\u00e3o de menor rendimento, 13,8% sentiam inseguran\u00e7a em sua resid\u00eancia e 29,8%, em seu bairro. Entre a popula\u00e7\u00e3o com maior rendimento, esses percentuais eram 6,9% e 25,1%, respectivamente.<br \/>\nEntre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre, 18,5% vivem em domic\u00edlios pr\u00f3prios sem documenta\u00e7\u00e3o &#8211; Foto: M\u00e1rcio Melo\/Seminf-Manaus<br \/>\nCerca de 64,6% da popula\u00e7\u00e3o brasileira vivem em domic\u00edlios pr\u00f3prios e j\u00e1 pagos, embora essa propor\u00e7\u00e3o venha diminuindo desde 2016 (67,8%). Entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre, na classe dos 20% com menores rendimentos, 65,4% vivem nessa condi\u00e7\u00e3o. Entre os 20% com maiores rendimentos, esse percentual \u00e9 menor: 64,2%. Os dados s\u00e3o da S\u00edntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada hoje pelo IBGE. Leia outras not\u00edcias sobre o estudo\u00a0aqui,\u00a0aqui\u00a0e\u00a0aqui.<br \/>\nA propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios alugados subiu de 17,3% em 2016 para 20,2% em 2022. Entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre, o percentual de domic\u00edlios alugados foi de 18,3%, 4,0 p.p acima de 2016. Entre os mais ricos, foi de 21,0% em 2022, 3,2 p.p. acima de 2016.<br \/>\nA propor\u00e7\u00e3o de domic\u00edlios \u201cpr\u00f3prios &#8211; pagando\u201d era menor entre a popula\u00e7\u00e3o com os menores rendimentos (2,9%), e mais comum entre aqueles com maiores rendimentos (10,2%). J\u00e1 a propor\u00e7\u00e3o dos \u201ccedido\u201d era maior entre os mais pobres (13,4%) e menor para os mais ricos (4,4%).<br \/>\nVale ressaltar que o rendimento domiciliar\u00a0per capita\u00a0m\u00e9dio da popula\u00e7\u00e3o dos 20% mais pobres era de R$271 em 2022, e o dos 20% mais ricos, era de R$4.484.<\/p>\n<p>Entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre, 18,5% vivem em domic\u00edlios pr\u00f3prios sem documenta\u00e7\u00e3o<br \/>\nO estudo tamb\u00e9m analisou, nos domic\u00edlios pr\u00f3prios, se h\u00e1 documenta\u00e7\u00e3o da propriedade. Em 2022, faltava documenta\u00e7\u00e3o para 13,6% das pessoas que viviam em domic\u00edlios pr\u00f3prios, uma redu\u00e7\u00e3o de 2,0 pontos percentuais em rela\u00e7\u00e3o a 2019 (11,6%). \u201cA inexist\u00eancia de documenta\u00e7\u00e3o indica que os moradores convivem com algum grau de vulnerabilidade e inseguran\u00e7a de posse\u201d, explica Bruno Perez, analista da pesquisa.<br \/>\nEssa situa\u00e7\u00e3o tem propor\u00e7\u00f5es maiores entre a popula\u00e7\u00e3o preta ou parda (12,3%), entre as mulheres sem c\u00f4njuge com filho de at\u00e9 14 anos (10,9%) e chega a 18,5% na popula\u00e7\u00e3o com os menores rendimentos.<br \/>\nSeguem os destaques para o Cear\u00e1:<\/p>\n<p>No\u00a0Cear\u00e1,\u00a0em 2022,\u00a069,4% da popula\u00e7\u00e3o residia em domic\u00edlio pr\u00f3prio-j\u00e1 pago,\u00a02,7%, em domic\u00edlio pr\u00f3prio-pagando;\u00a0e\u00a018,7%, em domic\u00edlio alugado.<br \/>\n2,7% dos domic\u00edlios cearenses n\u00e3o possu\u00edam\u00a0banheiro de uso exclusivo\u00a0em 2022.<br \/>\nEm 2022,\u00a082,2% da popula\u00e7\u00e3o residia em domic\u00edlios com abastecimento de \u00e1gua realizado principalmente pela rede geral de distribui\u00e7\u00e3o,\u00a085,9%\u00a0tinham a\u00a0coleta direta ou indireta\u00a0como\u00a0tipo de\u00a0destina\u00e7\u00e3o do lixo,\u00a0e 52% possu\u00edam\u00a0esgotamento\u00a0sanit\u00e1rio.<br \/>\nNo Cear\u00e1, faltava documenta\u00e7\u00e3o para 26,4% da popula\u00e7\u00e3o residente em domic\u00edlios pr\u00f3prios, representando 19% do conjunto da popula\u00e7\u00e3o\u00a0do Estado.<br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a em casa, o cearense afirmou sentir-se:\u00a0muito seguro (24,8%); seguro (62,5%); inseguro (11,6%) e muito inseguro (1,0%).\u00a0Na\u00a0Regi\u00e3o Metropolitana de Fortaleza, os percentuais foram:\u00a0muito seguro (21,1%), seguro (64,6%); inseguro (12,8%) e muito inseguro (1,4%).<\/p>\n<p>No Cear\u00e1, a taxa de frequ\u00eancia escolar bruta foi a menor dos Estados do Nordeste: 26,7%.<br \/>\nEntre todos os munic\u00edpios das capitais do Norte e Nordeste, Fortaleza tem a segunda menor taxa de frequ\u00eancia escolar (25,8%).<br \/>\nO Cear\u00e1 \u00e9 o Estado do Nordeste em que as pessoas entre 18 e 29 anos de idade t\u00eam mais anos de estudo, uma m\u00e9dia de 11,6 anos de estudo.<br \/>\nOutra inadequa\u00e7\u00e3o nas condi\u00e7\u00f5es de moradia relacionada a acessibilidade financeira \u00e9 o \u00f4nus excessivo com aluguel, quando o valor pago no aluguel \u00e9 igual ou maior que 30% do rendimento domiciliar. Em 2022, essa situa\u00e7\u00e3o atingia 23,3% da popula\u00e7\u00e3o residente em domic\u00edlios alugados, representando 4,7% do total da popula\u00e7\u00e3o. Essa vulnerabilidade atinge mais \u00e0 mulher sem c\u00f4njuge com filho de at\u00e9 14 anos (14,2%), as pessoas que residem em arranjos unipessoais (9,6%) e a popula\u00e7\u00e3o de menores rendimentos (9,7%).<br \/>\nPerez destaca que, apesar de as duas inadequa\u00e7\u00f5es estarem relacionadas a menores rendimentos, eles diferem em sua distribui\u00e7\u00e3o regional: \u201cEnquanto a inexist\u00eancia de documenta\u00e7\u00e3o de comprova\u00e7\u00e3o da propriedade est\u00e1 relacionada \u00e0 popula\u00e7\u00e3o mais pobre dos estados de menor rendimentos, o \u00f4nus excessivo de aluguel \u00e9 mais frequente entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre dos estados com rendimento mais alto\u201d.<\/p>\n<p>Sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a na resid\u00eancia \u00e9 duas vezes maior entre a popula\u00e7\u00e3o mais pobre<br \/>\nO estudo analisou tamb\u00e9m a sensa\u00e7\u00e3o de seguran\u00e7a no pr\u00f3prio domic\u00edlio e no bairro onde se localiza esse domic\u00edlio. Na popula\u00e7\u00e3o de menor rendimento domiciliar\u00a0per capita, 13,8% declaravam sentir inseguran\u00e7a em sua resid\u00eancia, e 29,8% em seu bairro. J\u00e1 entre a popula\u00e7\u00e3o com maior rendimento, os percentuais foram de 6,9% e 25,1%, respectivamente. \u201cA diferen\u00e7a \u00e9 mais expressiva entre os percentuais de inseguran\u00e7a no domic\u00edlio. Entre os mais pobres, a sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a tem um percentual duas vezes maior que o da popula\u00e7\u00e3o mais rica\u201d, destaca Perez.<br \/>\nMulheres e pessoas de cor ou ra\u00e7a preta ou parda tiveram os maiores percentuais de sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a. Entre as mulheres pretas e pardas, 13,3% declaravam sentir inseguran\u00e7a em seu domic\u00edlio, e 32,3%, no bairro de resid\u00eancia. No polo oposto, entre os homens brancos, os n\u00fameros registrados foram de 7,7% e 20,9%<br \/>\nA unidade da federa\u00e7\u00e3o com a maior propor\u00e7\u00e3o de sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a no bairro em 2021 foi o Amap\u00e1 (48,1%) e o menor \u00edndice foi de Santa Catarina (9,9%). Entre as capitais, os pontos extremos quanto \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a no bairro foram Teresina-PI (58,3%) e Florian\u00f3polis-SC (10,3%). \u201cEm todos os estados, os percentuais de pessoas que declararam se sentir inseguras em seus bairros eram maiores nas capitais do que no conjunto do estado\u201d, observa o pesquisador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O IBGE divulgou dia 06, a\u00a0\u00a0S\u00edntese de Indicadores Sociais: uma an\u00e1lise das condi\u00e7\u00f5es de vida&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":27563,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-27562","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atualidade"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/populacao8_2.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":14536,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/concentracao-de-renda-no-ceara-e-crescente-desde-2014\/","url_meta":{"origin":27562,"position":0},"title":"Concentra\u00e7\u00e3o de Renda no Cear\u00e1 \u00e9 crescente desde 2014","author":"","date":"Novembro 16, 2020","format":false,"excerpt":"Em 2019, com dados da PNAD Cont\u00ednua, o \u00edndice de Gini do rendimento domiciliar per capita do Cear\u00e1 foi de 0,561, apresentando aumento em rela\u00e7\u00e3o a 2012 (0,547), ano inicial da s\u00e9rie do indicador, e a 2014 (0,522), menor \u00edndice da referida s\u00e9rie. 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