{"id":31107,"date":"2024-10-21T20:23:18","date_gmt":"2024-10-21T23:23:18","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=31107"},"modified":"2024-10-21T20:23:18","modified_gmt":"2024-10-21T23:23:18","slug":"poucas-e-boas-48","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-48\/","title":{"rendered":"Poucas e Boas"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u201cA mui\u00e9 do cumpade\u201d<\/strong><\/p>\n<p>Nos anos 1982\/1984, como funcion\u00e1rio do Banco do Brasil de Pedreiras (MA), tomei conhecimento de um curto e curioso epis\u00f3dio, digno de s\u00e9rio questionamento quanto \u00e0 rela\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-paciente. Mesmo ocorrido h\u00e1 tanto tempo, e tendo muita coisa mudado de l\u00e1 pra c\u00e1, creio que conhec\u00ea-lo ser\u00e1 ben\u00e9fico. Parece at\u00e9 piada, mas n\u00e3o \u00e9. Vamos, ent\u00e3o, ao caso.<br \/>\nDepois de enfrentar p\u00e9ssimas estradas num pau-de-arara lotado e aos peda\u00e7os, um humilde agricultor chega num arremedo de hospital de um pequeno munic\u00edpio daquele grande Estado. Para buscar ajuda, era o local mais pr\u00f3ximo do seu long\u00ednquo e desprezado povoado.<br \/>\nAl\u00e9m de trazer consigo uma mulher com dores quase insuport\u00e1veis, teve, ainda, de enfrentar o mau humor do organizador da fila. Este demonstrava, naquele local, s\u00f3 ser menos importante que o m\u00e9dico. Mesmo assim, compadeceu-se da situa\u00e7\u00e3o daquela mulher e daquele homem. E, ignorando os xingamentos dos que h\u00e1 horas aguardavam sua vez, introduziu os matutos no gabinete do doutor.<br \/>\nAo entrar na salinha, o t\u00edmido casal foi logo intimidado pelo sisudo m\u00e9dico, que nem respondeu aos seus \u201cbomrdias!\u201d. Continuando de cabe\u00e7a baixa e ignorando a presen\u00e7a do acompanhante, o doutor foi curto e grosso com a mulher: \u201cIsso s\u00e3o l\u00e1 horas de sentir dor assim? Vai logo tirando parte da roupa e se trepando naquela cama! Vou rapidinho ver dois pacientes noutras salas e j\u00e1 retorno\u201d. Os matutos obedeceram.<br \/>\nAo voltar, o m\u00e9dico encontrou a mulher seminua, tapando as \u201cpartes\u201d com as m\u00e3os; o homem, de costas num canto e tapando os olhos com o chap\u00e9u. E um sil\u00eancio profundo reinando naquele cub\u00edculo.<br \/>\nDiante da cena, o escul\u00e1pio n\u00e3o se conteve e bradou: \u201cMuuuuito bonito! Na alcova de casa, voc\u00eas fazem toda sem-vergonhice, toda safadeza sem nenhuma cerim\u00f4nia, n\u00e9? Mas aqui&#8230;\u201d<br \/>\nE antes de ele concluir a frase, o matutou gritou do canto da parede, ainda de chap\u00e9u na cara e de costas: \u201cMas o poblema, dout\u00f4, \u00e9 que essa mui\u00e9 a\u00ed n\u00e3o \u00e9 a minha. Essa \u00e9 a mui\u00e9 do meu cumpade. S\u00f3 to aqui pruqu\u00ea ele num p\u00f4de vim traz\u00ea ela, dout\u00f4!\u201d<br \/>\nPois \u00e9, car\u00edssimo leitor! Independentemente de que voc\u00ea acredite ou n\u00e3o no relato acima, a aus\u00eancia de mais conversa entre as partes mostra claramente uma falha clamorosa na rela\u00e7\u00e3o m\u00e9dico-paciente que ainda hoje se constata. Isso \u00e9 apenas um dos casos que confirma a necessidade de mais \u201cHUMANIZA\u00c7\u00c3O\u201d em muitos profissionais e tamb\u00e9m em entidades. Muitos outros casos poderiam aqui serem elencados, dentre os quais, desaten\u00e7\u00e3o ou tratamento descort\u00eas e, \u00e0s vezes, at\u00e9 desumano com gr\u00e1vidas (parturientes), negros, idosos, deficientes e crian\u00e7as, especialmente se essas pessoas pertencem \u00e0 classe menos favorecida e que sejam pessoas iletradas ou t\u00edmidas.<br \/>\nAgora, uma justa e imprescind\u00edvel ressalva: \u00c9 muito reduzido o n\u00famero de profissionais que na atualidade assim agem. Tem mais: j\u00e1 est\u00e3o em fase de extin\u00e7\u00e3o gra\u00e7as ao exemplo de verdadeiros ap\u00f3stolos da medicina e outros profissionais de \u00e1reas correlatas, al\u00e9m de campanhas encetadas por mais humaniza\u00e7\u00e3o nos hospitais.<br \/>\nO lament\u00e1vel \u00e9 que, demonstrando alguma defici\u00eancia de car\u00e1ter, falta de humildade ou, o menos mal &#8211; uma profunda timidez &#8211; que \u00e9 cur\u00e1vel, alguns profissionais da sa\u00fade evitam o di\u00e1logo sincero e respeitoso, em que todos falam, e optam por um mon\u00f3logo onde o anelado se autoproclama um \u201csemideus\u201d, favorecendo o aumento do medo do paciente e prejudicando a anamnese. E da\u00ed, passa a ver o enfermo como um frio n\u00famero, como um mendigo que depende do seu poss\u00edvel e ef\u00eamero poder capaz de curar alguns males. Esquece-se, portanto, que est\u00e1 diante de algu\u00e9m constitu\u00eddo de corpo, alma e com muitos sentimentos abalados pelo sofrimento. Sem d\u00favida, \u00e9 uma clara confiss\u00e3o de debilidade moral, intelectual e crist\u00e3 de tais profissionais. D\u00e1 at\u00e9 pena de quem assim se comporta.<br \/>\nE por falar em \u201csemideus\u201d, noutra ocasi\u00e3o, fiz esse mesmo coment\u00e1rio na Coluna e no r\u00e1dio, o que resultou numa mensagem via Whatsapp (ainda arquivada) nada educada de um conhecido profissional da sa\u00fade local, que sentiu ferida sua sensibilidade. Nela, o \u201cdoutor\u201d sugeriu que eu deveria conhecer melhor a realidade dos profissionais da sa\u00fadem, afirmando e que eles n\u00e3o s\u00e3o semideuses, n\u00e3o; s\u00e3o, sim, em muitos casos, deuses mesmo, incluindo no rol at\u00e9 quem discorda completamente da sua afirma\u00e7\u00e3o. Da minha parte, ofereci-lhe espa\u00e7o aqui (Coluna) e no r\u00e1dio para que ele ratificasse o que afirmara; pedi-lhe permiss\u00e3o para publicar seu desabafo (r\u00e1dio, jornal e Blog), mas ele n\u00e3o deu resposta e preferiu o sil\u00eancio.<br \/>\nPois bem, \u00e9 direito, sim, de trabalhadores da sa\u00fade afirmarem que na atualidade dificilmente acontecem casos como o dos matutos maranhenses. Respeito a afirma\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o somente discordo deles como tamb\u00e9m, com base no que a m\u00eddia divulga, lembro que hoje tamb\u00e9m, acontecem at\u00e9 coisas piores. Mas insisto em destacar que \u00e9 muito pequeno o n\u00famero desses eventos, uma vez que \u00e9 proporcional \u00e0 quantidade de maus profissionais. E tamb\u00e9m \u00e9 proporcional ao n\u00famero de pacientes que desconhecem seus direitos ou, conhecendo-os, por eles n\u00e3o lutam.<br \/>\nInjustamente, muitos bons profissionais est\u00e3o sendo confundidos e prejudicados. Mesmo tendo a pr\u00e1tica da HUMANIZA\u00c7\u00c3O como algo inerente \u00e0 pr\u00f3pria personalidade, muitos deles v\u00eam sendo equiparados aos demais e julgados de igual forma. \u00c9 preciso e \u00e9 dever de justi\u00e7a fazer a distin\u00e7\u00e3o.<br \/>\nInfelizmente, muitos t\u00eam assimilado HUMANIZA\u00c7\u00c3O como se fosse algo que se implanta com reformas nas instala\u00e7\u00f5es prediais, como melhoria de espa\u00e7os, climatiza\u00e7\u00e3o, informatiza\u00e7\u00e3o, equipamentos modernos, cartazes espalhados, jarro de flores, cafezinho, etc. Isso \u00e9 importante; \u00e9, inclusive, necess\u00e1rio. Mas n\u00e3o passa de maquiagem.<br \/>\nNo caso espec\u00edfico de hospitais, observa-se que muitos profissionais da sa\u00fade procuram manter estreito relacionamento com quase tudo do hospital, menos com o paciente. Debite-se a culpa primeiramente \u00e0 forma\u00e7\u00e3o familiar do profissional; em segundo lugar, \u00e0s escolas m\u00e9dicas que ainda se esmeram muito em apenas capacitar profissionais para curar doen\u00e7as. A solu\u00e7\u00e3o seria capacitar, tanto em casa como na escola, para cuidar de \u201cpessoas\u201d que sofrem.<br \/>\nMuitas vezes, esse sofrimento \u00e9 minorado ou at\u00e9 curado com um olhar generoso, de um aperto de m\u00e3o, com uma palavra consoladora ou de est\u00edmulo ou, ainda, atrav\u00e9s de um simples cumprimento sincero e verdadeiro que fa\u00e7a quem se encontra debilitado pela enfermidade sentir-se gente.<br \/>\nPor fim, no meu entender, HUMANIZA\u00c7\u00c3O de verdade \u00e9 algo que tem tudo a ver com gente. \u00c9 algo feito por pessoas e para pessoas e que envolve sentimentos, como alegria, tristeza, dor, emo\u00e7\u00e3o, carinho, humildade, solidariedade, altru\u00edsmo&#8230; Enfim, atinge-se a plenitude da HUMANIZA\u00c7\u00c3O quando se procura cumprir o primeiro e mais importante Mandamento: \u201cAmar a Deus sobre todas as coisas e ao pr\u00f3ximo como a si mesmo\u201d.<br \/>\nLamentavelmente, muita gente s\u00f3 vai assimilar o que \u00e9 a verdadeira HUMANIZA\u00c7\u00c3O e passar a pratic\u00e1-la quando experimentar o sofrimento na pr\u00f3pria pele ou na de algum ente querido. Para o bem de todos, sugiro que mude, enquanto \u00e9 tempo. S\u00f3 lembrando: 29 de novembro &#8211; Dia Nacional da Humaniza\u00e7\u00e3o. Pense nisso!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cA mui\u00e9 do cumpade\u201d Nos anos 1982\/1984, como funcion\u00e1rio do Banco do Brasil de Pedreiras&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":24516,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,82],"tags":[],"class_list":["post-31107","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-poucas-e-boas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/artemisio-da-costa-2.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":34650,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-62\/","url_meta":{"origin":31107,"position":0},"title":"POUCAS E BOAS","author":"adminredacao","date":"Julho 15, 2025","format":false,"excerpt":"Coristina X Orastina \u00a0 Irismar, cabra macho como muitos que habitam o sert\u00e3o nordestino, amansador de animais e derrubador de gado, estava passando por momentos nunca antes experimentados. 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