{"id":32590,"date":"2025-02-18T16:34:56","date_gmt":"2025-02-18T19:34:56","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=32590"},"modified":"2025-02-18T16:34:56","modified_gmt":"2025-02-18T19:34:56","slug":"poucas-e-boas-51","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-51\/","title":{"rendered":"POUCAS E BOAS"},"content":{"rendered":"<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-32590 gallery-columns-6 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-51\/whatsapp-image-2025-02-14-at-21-10-48\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-14-at-21.10.48-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2025-02-14 at 21.10.48\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-51\/whatsapp-image-2025-02-14-at-21-11-44\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/WhatsApp-Image-2025-02-14-at-21.11.44-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2025-02-14 at 21.11.44\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p><strong>(Des)animalizar<\/strong><\/p>\n<p>E uma palavrinha que merece muita aten\u00e7\u00e3o quando do trato com animais, racionais ou n\u00e3o, a fim de evitar confus\u00e3o no lidar com cada um deles. \u00c9 o que se pode sugerir a pais que preferem os animais aos filhos. Infelizmente, observa-se que hoje cresce muito o n\u00famero de bichos tratados como gente e muita gente levando a vida de c\u00e3o ou, pior que isso.<br \/>\nMuitos reservam aos bichos o tempo e a dedica\u00e7\u00e3o que deveriam dar aos filhos. Os bichinhos merecem toda prote\u00e7\u00e3o e carinho, principalmente os sem donos ou quando esses s\u00e3o irrespons\u00e1veis. O inconceb\u00edvel \u00e9, por exemplo. uma m\u00e3e tratar seu filho frequentemente por cachorro e zangar-se quando algu\u00e9m usa a palavra \u201ccachorro\u201d em vez do nome de \u2018batismo\u2019 do seu c\u00e3ozinho.<br \/>\nC\u00e3es (e gatos), especialmente, com direito a tratamento vip: comida e acomoda\u00e7\u00f5es de qualidade, visitas frequentes ao m\u00e9dico (veterin\u00e1rio), cabeleireiro, fraldas, roupinha, lacinhos, \u00f3culos protetores, lugar especial no ve\u00edculo, al\u00e9m de serem cuidadosamente acompanhados quando passeiam pelas ruas.<br \/>\nN\u00e3o resta d\u00favida de que \u00e9 um dever tratar bem os animais (irracionais). Mas, e os outros? Os racionais. N\u00e3o daria para repartir um pouco com eles atrav\u00e9s da solidariedade?<br \/>\nEnquanto isso, inveja dos bichinhos e o sentimento de revolta tomam conta de crian\u00e7as e idosos famintos, sem teto, seminus, sem direito \u00e0 sa\u00fade de qualidade, ignorados pelas ruas. \u00c9 a prova incontest\u00e1vel de que muitas pessoas est\u00e3o, ao mesmo tempo, animalizando-se e desanimalizando os animais.<br \/>\nEst\u00e1 mais que na hora de animalizar mais os animais, a fim de deix\u00e1-los gozar do direito de serem animais e n\u00e3o \u201cgente\u201d. Por outro lado, j\u00e1 passa da hora de certas pessoas desanimalizarem-se. Assim, passar\u00e3o a respeitar o direito de muitas pessoas sentirem-se e serem tratadas como gente.<br \/>\nEnfim, nem os animais merecem o tratamento que muitas pessoas est\u00e3o recebendo e nem muitas pessoas merecem o tratamento de animais. Urgente, urgent\u00edssimo se faz respeitar-se mais os bichos, inclusive o homem.<\/p>\n<p>****<\/p>\n<p><strong>Ainda vai?<\/strong><br \/>\nPelo que tomei conhecimento, vai mais n\u00e3o. Porque \u201cn\u00e3o deu nem pra tirar o que gastei para me eleger\u201d. Foram as palavras de um vereador sobralense desiludido com o \u201cbaixo\u201d sal\u00e1rio de parlamentar. Dois alertas: O primeiro, e principal, para a popula\u00e7\u00e3o: em breve ir\u00e3o reaparecer muitos desses aventureiros mal-intencionados. O segundo, para poss\u00edveis candidatos que acham que ir\u00e3o enriquecer da noite para o dia. Isso, n\u00e3o! Mas d\u00e1 para tirar a barriga da mis\u00e9ria ligeirinho, ligeirinho. Mas se contar com os vergonhosos conchaves e \u201ctoma l\u00e1 d\u00e1 c\u00e1\u201d, o bolso engorda mais rapidamente.<\/p>\n<p><strong>E como d\u00e1!<\/strong><br \/>\nAgora, se conseguir a vitaliciedade no cargo com a coniv\u00eancia de uma lei falha e a anu\u00eancia de parte do eleitorado, como a maioria consegue, a\u00ed pode amarrar o burro na sombra. Ainda bem que o dono da frase n\u00e3o tem cacife pra isso. Menos um.<\/p>\n<p><strong>Al\u00f4, Secret\u00e1rio de Cultura!<\/strong><br \/>\nPor reiteradas vezes, aqui e no R\u00e1dio, tenho defendido o resgate das demais obras de Domingos Ol\u00edmpio (1851-1906), autor do consagrado romance Luzia-Homem. Al\u00e9m de reconhecer-lhe o imenso valor, enriquece ainda mais nossa literatura e mata a curiosidade de muitos leitores. S\u00f3 lembrando: Os descendentes do escritor residem na capital carioca.<\/p>\n<p><strong>Dele tamb\u00e9m<\/strong><br \/>\nMuita gente ainda pensa que o escritor sobralense escreveu apenas sua obra-prima \u201cLuzia-Homem\u201d. Para conhecimento dessas pessoas, tamb\u00e9m s\u00e3o de Domingos Ol\u00edmpio: Rochedos que choram; A perdi\u00e7\u00e3o; T\u00fanica de Nessus; T\u00e2ntalus (dramas); Um par de galhetas; Domit\u00edlia (com\u00e9dia); Os ma\u00e7ons e o bispo; Hist\u00f3ria da miss\u00e3o especial em Washington; A quest\u00e3o do Acre; Uirapuru; A loucura na pol\u00edtica e O negro.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 vai, j\u00e1 vai, j\u00e1 vai<\/strong><br \/>\nEmpregados (balconistas) de farm\u00e1cias assimilaram ao p\u00e9 da letra a forma apressada de atender \u00e0 clientela, implantada por um empres\u00e1rio em Sobral. Certa vez, seu conhecido \u201cJ\u00e1 vai, j\u00e1 vai, j\u00e1 vai&#8230;\u201d chegou a atropelar e a interromper por tr\u00eas vezes o pedido de um fregu\u00eas. De tanto devolver o rem\u00e9dio errado, desistiu da compra.<\/p>\n<p><strong>J\u00e1 vou, j\u00e1 vou, j\u00e1 vou<\/strong><br \/>\nOs vexadinhos est\u00e3o ajudando a engrossar o coro de clientes que, por sua vez, j\u00e1 ensaiam o \u201cj\u00e1 vou, j\u00e1 vou, j\u00e1 vou&#8230; procurar outro estabelecimento\u201d. Os comerciantes que preservam o tradicional \u201cnem oito, nem oitenta\u201d agradecem \u00e0queles que continuam optando pelo atendimento vapt-vupt.<\/p>\n<p><strong>E o fumo levou!<\/strong><br \/>\nOntem (14) lembrei o nascimento do extraordin\u00e1rio instrumentista Jacob do Bandolim, em 1918, no RJ, onde tamb\u00e9m morreu em 13.08.1969. J\u00e1 hoje lembro a morte de Nat King Cole (Nathaniel Adams Coles), em 15.02.65, nos EUA, onde tamb\u00e9m nasceu em 17.031919. Jacob, sem d\u00favidas, \u00e9 um dos pilares do choro no Brasil e imortalizou Noites Cariocas, Doce de coco, Vibra\u00e7\u00f5es e outros sucessos. Nat imortalizou can\u00e7\u00f5es, como Mona Lisa, Stardust, Unforgettable, \u201cQuiz\u00e1s, Quiz\u00e1s, Quiz\u00e1s\u201d, quer cantando em ingl\u00eas, espanhol ou at\u00e9 em Portugu\u00eas. E muita gente continua cometendo o mesmo erro que ceifei t\u00e3o cedo essas duas vidas preciosas.<\/p>\n<p><strong>Suic\u00eddio lento<\/strong><br \/>\nPor ter o h\u00e1bito de fumar diariamente tr\u00eas ma\u00e7os de cigarro, Nat King Cole teve problemas na garganta, destruiu sua bela voz e morreu de c\u00e2ncer. J\u00e1 Jacob devorava cinco ma\u00e7os, o que muito contribuiu para sua morte precoce no terceiro enfarte, aos 51 anos.<\/p>\n<p><strong>Jacob e os ma\u00e7os<\/strong><br \/>\nQuem contou essa foi o jornalista e m\u00fasico S\u00e9rgio Bittencourt (1941 \u2013 1979), filho do extraordin\u00e1rio Jacob do Bandolim. Depois de um longo interrogat\u00f3rio e de descobrir que a marca preferida de Jacob era Minister, o m\u00e9dico o aconselho a diminuir a quantidade para 1 ma\u00e7o, pelo menos. O famoso bandolinista ficou triste, mas disse que iria obedecer \u00e0 recomenda\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Cinco em um<\/strong><br \/>\nRevisitando o doutor, que fez novo interrogat\u00f3rio, Jacob do Bandolim assegurou que s\u00f3 estava fumando 1 ma\u00e7o de Minister por dia. Desconfiado, o m\u00e9dico disfar\u00e7ou ter acreditado. J\u00e1 aos amigos o bandolinista confessava: \u201cRealmente s\u00f3 estou fumando 1 Minister, mesmo\u201d. E logo acrescentava: \u201cMais tamb\u00e9m 1 ma\u00e7o de Continental, mais 1 de Hollywood, mais 1 de Capri e mais 1 de Marlboro\u201d. Quer dizer: Continuava se matando com os mesmos 100 cigarros di\u00e1rios.<\/p>\n<p><strong>Pernas curtas<\/strong><br \/>\nO doutor logo alcan\u00e7ou Jacob do Bandolim na mentira, mas nada pode fazer. Apesar de muito longas, as pernas de Jacob n\u00e3o conseguiram escapar das passadas da morte, que tamb\u00e9m o alcan\u00e7ou aos 51 anos de idade. Jacob Pick Bittencourt, compositor, instrumentista e funcion\u00e1rio p\u00fablico (Escriv\u00e3o de Pol\u00edcia), filho do capixaba Francisco Gomes Bittencourt e da polonesa Raquel Pick, nasceu no dia 14.02.1918, no Rio de Janeiro (RJ), onde tamb\u00e9m morreu em 13.08.1969.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>(Des)animalizar E uma palavrinha que merece muita aten\u00e7\u00e3o quando do trato com animais, racionais ou&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":24516,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,82],"tags":[],"class_list":["post-32590","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-poucas-e-boas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/artemisio-da-costa-2.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":35576,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-66\/","url_meta":{"origin":32590,"position":0},"title":"POUCAS E BOAS","author":"adminredacao","date":"Setembro 15, 2025","format":false,"excerpt":"Antes que o c\u00e3o pegue voc\u00ea Nessas \u00faltimas tr\u00eas d\u00e9cadas venho tentando, a todo custo, aproveitar de maneira consciente e honesta os espa\u00e7os a mim disponibilizados na imprensa falada e escrita local. 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