{"id":32960,"date":"2025-03-17T16:13:33","date_gmt":"2025-03-17T19:13:33","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=32960"},"modified":"2025-03-17T16:13:33","modified_gmt":"2025-03-17T19:13:33","slug":"poucas-e-boas-54","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-54\/","title":{"rendered":"POUCAS E BOAS"},"content":{"rendered":"<p>GUAJAR\u00c1 CIALDINI E TOBIAS ALVES &#8211; ARRIBANDO&#8230;<\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-32960 gallery-columns-6 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-54\/whatsapp-image-2025-03-14-at-20-24-20\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-14-at-20.24.20-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2025-03-14 at 20.24.20\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-54\/whatsapp-image-2025-03-14-at-20-25-32\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-14-at-20.25.32-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2025-03-14 at 20.25.32\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-54\/whatsapp-image-2025-03-14-at-20-26-05\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/WhatsApp-Image-2025-03-14-at-20.26.05-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2025-03-14 at 20.26.05\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>Daquela vez foi diferente. E que mar\u00e7o!!!<br \/>\nTradicionalmente, a festa no sert\u00e3o \u00e9 interrompida para um breve intervalo, quando o sanfoneiro \u201cresfolenga\u201d o conhecido \u201cO tocador quer beber\u201d. Mas como foi diferente daquela vez! Tudo por conta de dois lament\u00e1veis acontecimentos. Tanto o toque mudou, como o intervalo se tornou mais longo. At\u00e9 que nos acostum\u00e1ssemos com ele e recome\u00e7\u00e1ssemos a festa levou um bom tempo.<\/p>\n<p>Nos varand\u00f5es das fazendas e nos terreiros das casas grandes s\u00f3 se ouvia a penosa \u201cTriste partida\u201d. N\u00e3o apenas com o sentido com que Luiz Gonzaga cantou o sofrimento dos retirantes. Era muito e muito mais massacrante. Daquela vez era anunciada a triste partida de duas bandeiras do r\u00e1dio sertanejo cearense. Em menos de tr\u00eas dias perdemos: Jos\u00e9 Guajar\u00e1 Gomes de Almeida Cialdini e Matias Tobias Alves.<\/p>\n<p>\u00c9 uma pena que n\u00e3o tenhamos ficado com nenhuma r\u00e9stia de esperan\u00e7a de regresso dos dois gigantes do nosso r\u00e1dio, diferentemente do que ocorreu a Patativa do Assar\u00e9. Mesmo chorando a fuga dos que fugiam da seca, o poeta ainda teve o direito de prognosticar que um dia eles poderiam voltar. A n\u00f3s, apenas a esperan\u00e7a do reencontro em outra dimens\u00e3o.<\/p>\n<p>Guajar\u00e1 e Tobias &#8211; dois comunicadores que se dedicaram ao mesmo ritmo: a m\u00fasica sertaneja nordestina. Abra\u00e7aram uma causa comum: defender as ra\u00edzes culturais do sert\u00e3o. E cada um, a seu modo, deixou larga contribui\u00e7\u00e3o \u00e0 cultura e ao r\u00e1dio da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>GUAJAR\u00c1 CIALDINI (Jos\u00e9 Guajar\u00e1 Gomes de Almeida) nasceu em Sobral a 26 de mar\u00e7o de 1941 e faleceu aos 54 anos no dia 11 de mar\u00e7o de 1995 (s\u00e1bado, \u00e0s 6h35min), em decorr\u00eancia de problemas card\u00edacos, dentre outros. Eram seus pais M\u00e1rio de Almeida Cialdini e Ana Joaquina Gomes (dona Moreninha). O radialista era casado com Ana J\u00falia Sobreira Cialdini, com quem teve filhos, dentre os quais Dr. Alexandre Cialdini, Secret\u00e1rio de Finan\u00e7as do munic\u00edpio de Fortaleza (CE).<\/p>\n<p>Ingressou no r\u00e1dio em sua terra, tendo como marca registrada os in\u00fameros jarg\u00f5es e ditos populares do caboclo sertanejo. Por conta de sua maneira alegre de comunicar, versatilidade e do conhecimento da vida matuta marcou \u00e9poca com o seu \u201cNo varand\u00e3o da Fazenda\u201d na R\u00e1dio Tupinamb\u00e1 e \u201cGuajar\u00e1 no varand\u00e3o\u201d na Educadora. Apresentou, tamb\u00e9m, Matutino Tupinamb\u00e1, com diversos parceiros, e \u201cO seu presente \u00e9 m\u00fasica\u201d somente aos domingos. Ap\u00f3s anos de sucesso na radiofonia local transferiu-se para Fortaleza, onde exerceu com o mesmo brilhantismo a profiss\u00e3o que o projetou nacionalmente no estilo. Sua fama se espalhou por serras, sert\u00f5es e cidades. Segundo o radialista Nonato Braga, quando Guaraj\u00e1 Cialdini visitava outras cidades era recepcionado pelo prefeito e vaqueiros que, em fila, entoavam aboios.<\/p>\n<p>Guajar\u00e1 Cialdini foi um bo\u00eamio de quem todos gostavam de privar da companhia \u00c9 autor de tiradas espirituosas, foi um homem polivalente e de raro talento. Quando jovem chegou a tocar bateria, tornando-se, mais tarde, tamb\u00e9m compositor. Em parceria com Messias Holanda comp\u00f4s v\u00e1rias can\u00e7\u00f5es de sucesso, tais como, Coma ovo; Mulher n\u00e3o paga; Olha o tamanho da bichona; Minina da mala, al\u00e9m de composi\u00e7\u00f5es feitas com outros m\u00fasicos. Trabalhou tamb\u00e9m como banc\u00e1rio em Sobral no extinto Banco da Bahia e, em Fortaleza, no extinto Banco Nacional da Habita\u00e7\u00e3o (BNH), onde se aposentou. Em seus \u00faltimos dias era l\u00edder de audi\u00eancia na R\u00e1dio Assun\u00e7\u00e3o Cearense.<\/p>\n<p>Ficaram c\u00e9lebres suas frases: \u201cPra quem gosta, catinga de bode \u00e9 cheiro\u201d; \u201cQuanto mais o bode empina, mais certa \u00e9 a martelada\u201d; \u201cS\u00e3o Jorge s\u00f3 tem um, mas cavalo tem aos montes\u201d; \u201cPau que nasce torto at\u00e9 a cinza \u00e9 de banda\u201d; \u201cN\u00e3o pode ir pra festa armado e nem com cacete de lado\u201d; \u201cArribando o chap\u00e9u de couro pra riba, s\u00e3o&#8230;\u201d, \u201cFumo de rolo \u00e9 cacha\u00e7a, p\u00e9 de goela \u00e9 gog\u00f3 e Guajar\u00e1 no Varand\u00e3o \u00e9 o melhor forr\u00f3\u201d. S\u00e3o coisas nossas, coisas do cora\u00e7\u00e3o, e n\u00e3o se pode esquecer.<\/p>\n<p>TOBIAS ALVES (Matias Tobias Alves) nasceu em V\u00e1rzea Redonda &#8211; Bonfim, distrito de Sobral, no dia 22 de fevereiro de 1932 e faleceu numa segunda-feira, \u00e0s 14h05, do dia 13 de mar\u00e7o de 1995, tamb\u00e9m v\u00edtima de problemas card\u00edacos. Eram seus pais In\u00e1cia Maria dos Santos e Jo\u00e3o Raimundo Farrapo. O radialista era casado com Regina Andrade de Aguiar Alves, com quem teve os filhos: Regina, Tobias Filho, Cl\u00e1udia Silvana e Raimundo In\u00e1cio Aguiar Alves (jornalista).<\/p>\n<p>Profundamente dedicado a Sobral, Tobias Alves sempre optou por fazer r\u00e1dio em sua terra. Notabilizou-se pela maneira especial com que apresentava seus programas matutos, utilizando-se sempre da rima em qualquer assunto ou ocasi\u00e3o. Com os programas \u201cFesta no sert\u00e3o\u201d, na extinta R\u00e1dio Iracema de Sobral, e \u201cNo terreiro da casa grande\u201d, na Educadora, nosso rimador deixou registrada sua marca de aut\u00eantico amante e defensor das coisas do sert\u00e3o. Com o mesmo f\u00f4lego, foi tamb\u00e9m apreciador e divulgador da mais pura MPB saudosista, mantendo, inclusive, o programa \u201cM\u00fasica, saudade e poesia\u201d na R\u00e1dio Educadora at\u00e9 bem pr\u00f3ximo da data da sua morte. Era muito alegre, comunicativo, bo\u00eamio moderado e com uma preocupa\u00e7\u00e3o que n\u00e3o conseguia disfar\u00e7ar: a situa\u00e7\u00e3o de decad\u00eancia do r\u00e1dio como formador de opini\u00e3o p\u00fablica. Reprovava veementemente a presen\u00e7a de maus profissionais e a falta de provid\u00eancias a fim de que houvesse um basta ou a invers\u00e3o desse lament\u00e1vel quadro. Teve, por duas ocasi\u00f5es, passagem pelo legislativo de Sobral e tamb\u00e9m mantinha estabelecimento comercial (armaz\u00e9m) na Rua Floriano Peixoto. Suas rimas no programa matuto, bem como sua poesia e o bom gosto musical no de saudade, jamais se nos apagar\u00e3o da lembran\u00e7a. Tamb\u00e9m s\u00e3o coisas do cora\u00e7\u00e3o e n\u00e3o se esquece jamais.<\/p>\n<p>GUAJAR\u00c1 E TOBIAS &#8211; Dois grandes profissionais que exaltaram nossos valores, que encantaram nosso povo com seus estilos e que fizeram bom uso do microfone. Al\u00e9m da saudade deles, assalta-nos, ainda, o temor por conta da diminui\u00e7\u00e3o dos que defendem fielmente nossas ra\u00edzes; assusta-nos, tamb\u00e9m, o aumento dos pseudodefensores do sert\u00e3o e das suas coisas que continuam a agir mais livremente e, acima de tudo, preocupa-nos o fato de ser extremamente pequeno o n\u00famero dos que combatem isso.<\/p>\n<p>Por outro lado, alegramo-nos porque o trabalho incans\u00e1vel desenvolvido pelo GUAJAR\u00c0 e pelo TOBIAS continua estimulando, inegavelmente, os que ficaram com a responsabilidade de continuar a luta pela preserva\u00e7\u00e3o da cultura popular. A hist\u00f3ria de Guajar\u00e1 e Tobias conforta-nos, porque a semente por eles plantada j\u00e1 come\u00e7a a dar frutos, mesmo que lentamente. E fica a li\u00e7\u00e3o de que, usando a mesma fidelidade \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o de qualidade e o mesmo amor com que eles tanto trabalharam, faremos surgir muitos outros GUAJAR\u00c1S e TOBIAS. Assim, nossa cultura estar\u00e1 salva e preservada.<\/p>\n<p>Para os sobralenses e, em especial, para a ala da radiofonia que n\u00e3o desiste de lutar pelas nossas ra\u00edzes, aquele mar\u00e7o de 1995 foi de dor e de extrema ang\u00fastia pelas perdas irrepar\u00e1veis desses dois talentos. E, como a festa no sert\u00e3o tem de continuar, resta aos que fazemos a imprensa falada e escrita seguir as pegadas dos companheiros que partiram; conferir-lhes o merecido tributo e respeito; e, a todo custo, redobrar as for\u00e7as para continuar defendendo as coisas nossas at\u00e9 que chegue o momento de tamb\u00e9m irmos&#8230; ARRIBANDO.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>GUAJAR\u00c1 CIALDINI E TOBIAS ALVES &#8211; ARRIBANDO&#8230; Daquela vez foi diferente. E que mar\u00e7o!!! 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