{"id":34953,"date":"2025-08-04T10:48:07","date_gmt":"2025-08-04T13:48:07","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=34953"},"modified":"2025-08-04T10:48:07","modified_gmt":"2025-08-04T13:48:07","slug":"eriberto-ximenes-groairense-construtor-de-catedrais","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/eriberto-ximenes-groairense-construtor-de-catedrais\/","title":{"rendered":"Eriberto Ximenes, Groairense construtor de catedrais"},"content":{"rendered":"<p>A F\u00e9 como Obra e Constru\u00e7\u00e3o Eterna no Sert\u00e3o de Groa\u00edras no Cear\u00e1<br \/>\nPor Domingos Pascoal<\/p>\n<p>Na paisagem quente e terrosa do sert\u00e3o cearense, onde o sil\u00eancio das pedras e a sombra dos mofumbos guardam a mem\u00f3ria dos que partiram e a esperan\u00e7a dos que ficaram, um homem ousa levantar, com suas pr\u00f3prias m\u00e3os, um santu\u00e1rio. N\u00e3o por vaidade. N\u00e3o por gl\u00f3ria. Mas por gratid\u00e3o ao ch\u00e3o que o gerou.<br \/>\nEriberto Ximenes Albuquerque, o eterno Ximeninho, \u00e9 mais que um DJ lend\u00e1rio das noites da Urca, mais que um empres\u00e1rio ousado ou artista plural. Ele \u00e9, acima de tudo, um vision\u00e1rio de alma medieval desses raros que constroem n\u00e3o para si, mas para o tempo.<br \/>\nComo os antigos mestres que erguiam catedrais sabendo que talvez jamais veriam sua obra conclu\u00edda, Ximeninho trabalha com alegria. Planta pedras como quem semeia frutos que apenas os netos do tempo colher\u00e3o. Cr\u00ea no legado, n\u00e3o no aplauso. Na perman\u00eancia do sagrado, n\u00e3o na pressa do mundo.<br \/>\nO Santu\u00e1rio do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus dos Santos do Fim dos Tempos, que ele levanta em Pirapora, Groa\u00edras, no interior do Cear\u00e1, n\u00e3o \u00e9 apenas uma constru\u00e7\u00e3o. \u00c9 um gesto. Um altar vivo. Uma carta de amor ao Nordeste, escrita com pedra, suor, mem\u00f3ria e f\u00e9.<br \/>\nCada escultura, cada jardim, cada s\u00edmbolo ali presentes \u00e9 mais do que adorno: \u00e9 liturgia. Uma afirma\u00e7\u00e3o da eternidade poss\u00edvel quando a arte se mistura com o sagrado. Ali, na catedral sertaneja, Deus fala atrav\u00e9s dos detalhes, e o povo reencontra sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria. A paisagem se ajoelha. A terra se curva. A f\u00e9 se ergue.<br \/>\nMas esse solo n\u00e3o \u00e9 novo na arte de gerar diletantes e her\u00f3is. Ironia da hist\u00f3ria: a apenas dois quil\u00f4metros dali, nasceu outro construtor de catedrais invis\u00edveis n\u00e3o de pedra, mas de liberdade. Falo de Padre Gon\u00e7alo Ign\u00e1cio de Loiola Albuquerque Mello, o bravo Padre Moror\u00f3, ancestral de Ximeninho e m\u00e1rtir da Confedera\u00e7\u00e3o do Equador, executado no pat\u00edbulo do Imp\u00e9rio por sonhar um Brasil justo e republicano.<br \/>\nComo Ximeninho, Moror\u00f3 era um homem de f\u00e9 que ousou imaginar uma p\u00e1tria mais livre, mais humana. N\u00e3o construiu templos, mas tombou como quem sela com o pr\u00f3prio sangue o alicerce de uma nova na\u00e7\u00e3o. Se Ximeninho empilha pedras em forma de devo\u00e7\u00e3o, Moror\u00f3 as enfrentou em forma de barricada. Ambos s\u00e3o filhos da mesma terra e do mesmo sonho. Ambos s\u00e3o diletantes construtores de catedrais uma vis\u00edvel, outra eterna.<br \/>\nE n\u00e3o para por a\u00ed. A apenas 5 quil\u00f4metros adiante, da constru\u00e7\u00e3o do Santu\u00e1rio, no velho Itamarac\u00e1, nasceu Raimundo Nonato Ximenes: o eterno Dr. Ximenes, jornalista por mais de seis d\u00e9cadas, correspondente fiel de Groa\u00edras nos jornais da capital. Foi combatente da Segunda Guerra Mundial, cronista da vida e da mem\u00f3ria cearense, ele tamb\u00e9m um construtor de catedrais, fundador do bairro Montese e igrejas em Fortaleza, e no Itamarac\u00e1. Uma voz alegre de um tempo inteiro. Quando o reencontravam pelas ruas, bastava ele soltar seu bord\u00e3o, com os bra\u00e7os abertos como se abra\u00e7asse o mundo:<br \/>\n\u201c\u00d4 vida boa!\u201d<br \/>\nTr\u00eas Ximenes. Tr\u00eas tempos. Tr\u00eas catedrais:<br \/>\n&#8211; Moror\u00f3, o altar do sacrif\u00edcio pela liberdade;<br \/>\n&#8211; Dr. Ximenes, a torre da mem\u00f3ria e da palavra;<br \/>\n&#8211; Ximeninho, a nave de pedra viva onde a f\u00e9 se constr\u00f3i com as m\u00e3os.<br \/>\nNas redes sociais, Ximeninho mistura humor, cr\u00edtica e espiritualidade como quem sabe que s\u00f3 os livres de esp\u00edrito fazem o mundo girar. Seus v\u00eddeos s\u00e3o catecismos de irrever\u00eancia, suas postagens, pequenos evangelhos da liberdade.<br \/>\n\u201cN\u00e3o sou normal e agrade\u00e7o por isso\u201d, diz ele com um sorriso que carrega mil carnavais e um retiro mon\u00e1stico ao mesmo tempo.<br \/>\nConcordamos contigo, valoroso conterr\u00e2neo. Gra\u00e7as a Deus, voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 normal voc\u00ea \u00e9 um diletante criador de sonhos! E, c\u00e1 pra n\u00f3s: o mundo n\u00e3o deve nada aos normais. Os normais n\u00e3o inventam. N\u00e3o desafiam. N\u00e3o edificam. Os normais s\u00f3 repetem. E criticam.<br \/>\nCelebramos hoje o anormal aben\u00e7oado que voc\u00ea \u00e9. Um homem que n\u00e3o se limita ao que pode ser terminado. Algu\u00e9m que faz porque cr\u00ea, constr\u00f3i porque ama, retorna porque entende que a eternidade come\u00e7a no ber\u00e7o.<br \/>\nEriberto Ximenes \u00e9 um patrim\u00f4nio afetivo do Brasil profundo. Um groairense que transformou sua volta em revolu\u00e7\u00e3o.<br \/>\nUm homem que nos lembra que a f\u00e9 verdadeira \u00e9 sempre uma obra inacabada e, por isso mesmo, infinita.<br \/>\nPorque nem todo templo tem telhado, mas todo gesto de amor constr\u00f3i uma morada de Deus<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A F\u00e9 como Obra e Constru\u00e7\u00e3o Eterna no Sert\u00e3o de Groa\u00edras no Cear\u00e1 Por Domingos&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":34954,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-34953","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atualidade"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/08\/e39bbe_0bdbbbd96a15407a90d834edf4c5c561mv2.avif","jetpack-related-posts":[{"id":17856,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/outubro-poetico\/","url_meta":{"origin":34953,"position":0},"title":"OUTUBRO PO\u00c9TICO\u00a0","author":"","date":"Outubro 24, 2021","format":false,"excerpt":"O Dia do Poeta e da Poesia s\u00e3o distintos no Brasil. 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