{"id":35487,"date":"2025-09-08T13:07:08","date_gmt":"2025-09-08T16:07:08","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=35487"},"modified":"2025-09-08T13:07:08","modified_gmt":"2025-09-08T16:07:08","slug":"poucas-e-boas-65","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-65\/","title":{"rendered":"POUCAS E BOAS"},"content":{"rendered":"<p><strong>Patriotismo em baixa<\/strong><\/p>\n<div id='gallery-1' class='gallery galleryid-35487 gallery-columns-6 gallery-size-thumbnail'><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon landscape'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-65\/whatsapp-image-2025-09-05-at-20-40-56\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-05-at-20.40.56-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2025-09-05 at 20.40.56\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure><figure class='gallery-item'>\n\t\t\t<div class='gallery-icon portrait'>\n\t\t\t\t<a href='https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-65\/whatsapp-image-2025-09-05-at-20-41-50\/'><img loading=\"lazy\" width=\"150\" height=\"150\" src=\"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/WhatsApp-Image-2025-09-05-at-20.41.50-150x150.jpeg\" class=\"attachment-thumbnail size-thumbnail\" alt=\"WhatsApp Image 2025-09-05 at 20.41.50\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" \/><\/a>\n\t\t\t<\/div><\/figure>\n\t\t<\/div>\n\n<p>As manifesta\u00e7\u00f5es c\u00edvicas de amanh\u00e3 &#8211; Dia da Independ\u00eancia do Brasil \u2013 sempre fazem com que os hoje quarent\u00f5es, cinquent\u00f5es e outros \u201ct\u00f5es\u201d experimentem uma parada no corre-corre do cotidiano e relembrem outras paradas. Aquelas em que os estudantes eram convocados &#8211; e n\u00e3o, convidados ou estimulados &#8211; a marchar \u201cgarbosamente\u201d pelas ruas. Tudo em nome de um patriotismo, o que para muitos era tamb\u00e9m uma realiza\u00e7\u00e3o naquela \u00e9poca de santa ingenuidade.<br \/>\nPassados os anos, a maioria desses brasileiros reconheceu que eles eram, sim, obrigados a desfilar diante de um palanque onde os que l\u00e1 estavam \u00e9 que deveriam marchar, bater contin\u00eancia e estar unicamente a servi\u00e7o do povo. S\u00f3 que, em vez disso, essas autoridades faziam marchar toda a Na\u00e7\u00e3o sob seus ditames.<br \/>\nAtualmente, essa obrigatoriedade n\u00e3o mais existe, mas persiste a falta de conscientiza\u00e7\u00e3o do que seja realmente patriotismo. Continua a falta de desmistifica\u00e7\u00e3o de inverdades ensinadas no passado ou a ignor\u00e2ncia quanto aos fatos repassados de forma deturpada para as gera\u00e7\u00f5es seguintes. Enfim, a hist\u00f3ria h\u00e1 muito carece de ser passada a limpo.<br \/>\nA maioria dos brasileiros ainda acredita que a nossa Independ\u00eancia transcorreu de forma tranquila, sem lutas e sem derramamento de sangue. Dessa forma, permanece anestesiada pelo romantismo e pelos rasgos de bravura emanados da pintura de Pedro Am\u00e9rico, que, na realidade, esmerou-se em bem retratar o pai do seu protetor.<br \/>\nEnquanto isso, repousa no quase total esquecimento a luta que mulheres, negos e ind\u00edgenas travaram em prol da Independ\u00eancia. De igual modo tamb\u00e9m os sangrentos acontecimentos de revoltas ocorridos no Nordeste, a fim de libertar o Brasil do jugo de Portugal.<br \/>\nComo exemplo, cito apenas dois: o movimento que teve como \u00e1pice a Confedera\u00e7\u00e3o dos Equador (1924), em Pernambuco, e a Batalha de Jenipapo ocorrido em 13 de mar\u00e7o de 1823, no Piau\u00ed. Nesse \u00faltimo, civis piauienses, cearenses e maranhenses, munidos de armas rudes, se opuseram \u00e0s tropas portuguesas, constituindo-se numa carnificina das mais sangrentos da Guerra de Independ\u00eancia do Brasil. Enfim, isso aconteceu no Nordeste. Como se depreende, a discrimina\u00e7\u00e3o do nordestino e a subvaloriza\u00e7\u00e3o da sua luta vem de muito longe.<br \/>\nDiante de tudo isso, considero salutar uma parada obrigat\u00f3ria para todos repensarmos a real extens\u00e3o e o peso da palavra patriotismo, j\u00e1 que ser\u00e1 a palavra de ordem deste domingo. Sem muito esfor\u00e7o intelectual, nota-se que patriotismo passa muito longe do que estamos ouvindo e vendo \u00e0 exaust\u00e3o nos \u00faltimos tempos.<br \/>\nNo meu entendimento, patriotismo vai muito al\u00e9m de vestir verde e amarelo, empunhar bandeiras, cantar hinos, marchar ou conhecer s\u00edmbolos c\u00edvicos. As a\u00e7\u00f5es que caracterizam esse nobre sentimento devem surgir de forma consciente, livre e de espont\u00e2nea vontade; elas devem ser praticadas de forma respons\u00e1vel e n\u00e3o \u00e0 custa de lavagem cerebral. A pr\u00e1tica do patriotismo em seu sentido original deve ser estimulada, sem engessar o censo cr\u00edtico, sem alienar e sem obscurecer a realidade dos fatos. Detalhe: sem jamais ser transformada em \u201cobriga\u00e7\u00e3o legal\u201d.<br \/>\nMas infelizmente essa \u00faltima estrat\u00e9gia ainda tem sido a defendida pela maioria dos governantes e autoridades do ensino. Como obriga\u00e7\u00e3o legal tem sido a estrat\u00e9gia mais buscada de alguns governantes que equivocadamente tentam implantar patriotismo na popula\u00e7\u00e3o. \u00c9 um retrocesso!<br \/>\nDe forma civilizada e ordeira, essa equivocada forma de ensinar civismo deve ser combatida e rejeitada a todo custo. Pois, al\u00e9m de n\u00e3o surtir efeito ben\u00e9fico, sua imposi\u00e7\u00e3o s\u00f3 causa insatisfa\u00e7\u00e3o, revolta e a desobedi\u00eancia.<br \/>\nQue fique bem claro: Conhecer melhor nossos s\u00edmbolos (Bandeira, Armas, Selo e Hino), respeit\u00e1-los, defend\u00ea-los e reverenci\u00e1-los \u00e9 um excelente exerc\u00edcio de cidadania, que faz bem a todos.<br \/>\nMas insisto: Desde que isso seja praticado de forma que n\u00e3o aliene a popula\u00e7\u00e3o da dura realidade; que n\u00e3o iniba o senso cr\u00edtico dos brasileiros de se indignar contra as bandalheiras que v\u00eam acontecendo. E desde que esse exerc\u00edcio de cidadania seja praticado de maneira que estimule os brasileiros a conhecerem mais sua hist\u00f3ria, a procurarem descobrir e entender realmente o que aconteceu nesses 203 anos de busca da independ\u00eancia. E mais: Que depois disso todos sejam conscientemente movidos a tudo fazer para promover as corre\u00e7\u00f5es necess\u00e1rias. E viva o Brasil!<\/p>\n<p>****<br \/>\nIngratid\u00e3o<br \/>\n\u00c9 o que tem demonstrado a C\u00e2mara local que ainda n\u00e3o prestou uma merecida homenagem ao quase desconhecido professor, poeta, m\u00fasico e grande sobralense, Jos\u00e9 Esmeraldino Vasconcelos (foto), que faleceu h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas. Muitos at\u00e9 nem sabem que foi ele quem comp\u00f4s o Hino de Sobral. E o descaso n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 da C\u00e2mara, n\u00e3o. Ingratid\u00e3o e cegueira intelectual contagiam.<\/p>\n<p>21 anos<br \/>\nJos\u00e9 Esmeraldino Vasconcelos morreu em 06 de setembro de 1994, aos 84 anos, em Fortaleza (CE). Apesar de cego, tornou-se m\u00fasico, escritor, poeta e professor do Instituto dos Cegos do Cear\u00e1. O autor do Hino oficial do munic\u00edpio de Sobral, onde nasceu em 16\/04\/1909, sendo filho de Ant\u00f4nio Galvino de Vasconcelos e Maria Branca Esmeralda de Vasconcelos.<\/p>\n<p>Obras<br \/>\nNo dia 1\u00ba de setembro de 1955, Esmeraldino Vasconcelos fundou o Educand\u00e1rio Padre Anchieta estabelecimento de Ensino Prim\u00e1rio para pessoas com vis\u00e3o e no dia 1\u00ba de setembro de 1957 inaugurou a sede pr\u00f3pria desta escola, que foi extinta em novembro de 1972 por circunst\u00e2ncias alheias \u00e0 vontade de seu diretor, atrav\u00e9s de a\u00e7\u00e3o judicial. Em 1954 publicou o livro \u201cLuz dos meus olhos\u201d, numa edi\u00e7\u00e3o de 1.000 exemplares. Tamb\u00e9m colaborou com os Di\u00e1rios Associados durante dois anos como cronista amador incrementando os C\u00edrculos de Pais Mestres. \u00c9 autor do Hino do Instituto dos Cegos do Cear\u00e1 e de muitas outras composi\u00e7\u00f5es<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Patriotismo em baixa As manifesta\u00e7\u00f5es c\u00edvicas de amanh\u00e3 &#8211; Dia da Independ\u00eancia do Brasil \u2013&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":24516,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,82],"tags":[],"class_list":["post-35487","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-poucas-e-boas"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/artemisio-da-costa-2.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":30631,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/poucas-e-boas-45\/","url_meta":{"origin":35487,"position":0},"title":"POUCAS E BOAS","author":"adminredacao","date":"Setembro 9, 2024","format":false,"excerpt":"Sem aliena\u00e7\u00e3o Em 18 de setembro de 1822, atrav\u00e9s de Decreto Imperial, Dom Pedro I instituiu como s\u00edmbolos dos brasileiros a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional, atualmente regulamentados pela Lei 5.700, de 01.09.1971. 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