{"id":36663,"date":"2025-12-11T15:48:55","date_gmt":"2025-12-11T18:48:55","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=36663"},"modified":"2025-12-11T15:48:55","modified_gmt":"2025-12-11T18:48:55","slug":"por-ary-albuquerque-11","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/por-ary-albuquerque-11\/","title":{"rendered":"por Ary Albuquerque"},"content":{"rendered":"<p><strong>QUANDO O R\u00c9U \u00c9 UM VIOL\u00c3O<\/strong><\/p>\n<p>Relato para os leitores verdadeira cr\u00f4nica da vida real. Fato ver\u00eddico acontecido em Jo\u00e3o Pessoa, Para\u00edba, com o poeta e<br \/>\nex-governador, Ronaldo Cunha Lima, quando esse atuava como advogado militando no f\u00f3rum do vizinho estado.<br \/>\nTranscrevo \u201cIPSIS LITTERIS\u201d a entrevista do poeta, ex -caus\u00eddico, na \u00e9poca, aos rep\u00f3rteres locais.<br \/>\n\u201cEu fui procurado por um amigo que foi preso e autuado em flagrante porque estava fazendo uma serenata. Imagine, olhe, que insensibilidade, n\u00e9, meu amigo? Voc\u00ea ser preso porque, e foi enquadrado como perturba\u00e7\u00e3o do sossego p\u00fablico. Ele pagou a fian\u00e7a, mas o delegado ficou com o viol\u00e3o. Fez o inqu\u00e9rito e mandou para a Justi\u00e7a o inqu\u00e9rito, e o acompanhou o viol\u00e3o, como instrumento do crime. Ele me procura para que eu libere o viol\u00e3o. E eu fui ao cart\u00f3rio falar com o juiz, que era na \u00e9poca o Dr. Arthur Moura, que logo depois era guindado ao Tribunal de Justi\u00e7a, depois presidente do Tribunal de Justi\u00e7a. Um homem de muita sensibilidade. E o juiz disse: \u2018Olha, Ronaldo, o advogado \u00e9 poeta. O r\u00e9u \u00e9 bo\u00eamio. O instrumento do crime \u00e9 viol\u00e3o. Isso d\u00e1 verso. Esse juiz era poeta, n\u00e9? \u00c9, era poeta. O juiz \u00e9 not\u00e1vel. Ele hoje est\u00e1 residindo, ele se aposentou h\u00e1 poucos dias no Tribunal, o desembargador, mas uma imensa alma, grande criatura. Eu tenho por ele uma grande admira\u00e7\u00e3o. E, ent\u00e3o, eu fiz, eu compus esse, essa peti\u00e7\u00e3o do Habeas Pinus, que era para, para liberar o viol\u00e3o. E consegui, com o despacho do juiz, que o Dr. Arthur Moura, que foi um despacho, ele deferiu, concedendo a ordem.\u00a0\u00a0Que o despacho \u00e9 um verso tamb\u00e9m, n\u00e9? Despacho em verso.\u00a0\u00a0A peti\u00e7\u00e3o \u00e9 a seguinte: O instrumento do crime, que se arrola neste processo de contraven\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 faca, rev\u00f3lver, nem pistola. \u00c9 simplesmente, doutor, um viol\u00e3o.\u00a0\u00a0Um viol\u00e3o, doutor, que na verdade n\u00e3o matou nem feriu um cidad\u00e3o.\u00a0\u00a0Feriu, sim, a sensibilidade de quem o ouviu vibrar na solid\u00e3o. O viol\u00e3o \u00e9 sempre uma ternura, Instrumento de amor e de saudade. O crime a ele nunca se mistura. Nem existe entre ambos afinidade.\u00a0\u00a0O viol\u00e3o \u00e9 pr\u00f3prio dos cantores, dos menestr\u00e9is de alma enternecida, que cantam as m\u00e1goas que povoam a vida e sufocam as suas pr\u00f3prias dores. O viol\u00e3o \u00e9 m\u00fasica e \u00e9 can\u00e7\u00e3o, \u00c9 sentimento, \u00e9 vida, \u00e9 alegria. \u00c9 pureza, \u00e9 n\u00e9ctar, \u00e9 extasia. \u00c9 a dor no espiritual do cora\u00e7\u00e3o.\u00a0\u00a0Seu viver, como o nosso, \u00e9 transit\u00f3rio. Mas seu destino, n\u00e3o, se perpetua.\u00a0\u00a0Ele nasceu para cantar na rua. E n\u00e3o para ser arquivo de cart\u00f3rio. Mande solt\u00e1-lo pelo amor da noite, que se sente vazia em suas horas, pra que volte a sentir o terno a\u00e7oite de suas cordas leves e sonoras. Libera o viol\u00e3o, doutor juiz. Em nome da justi\u00e7a e do direito. \u00c9 crime, porventura, o infeliz. Cantar as m\u00e1goas que lhe enchem o peito? Ser\u00e1 crime, afinal, ser\u00e1 pecado? Ser\u00e1 delito de t\u00e3o vis horrores?\u00a0\u00a0Perambular na rua um desgra\u00e7ado derramando na pra\u00e7a as suas dores? \u00c9 o apelo que aqui lhe dirigimos, na certeza do seu acolhimento.\u00a0\u00a0Juntada desta aos autos n\u00f3s pedimos E pedimos tamb\u00e9m deferimento. A resposta do juiz! E o despacho do juiz: \u201cPara que eu n\u00e3o carregue remorso no cora\u00e7\u00e3o, determino que se entregue ao seu dono o viol\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Uma est\u00f3ria inusitada que merece ser lembrada para o grande p\u00fablico leitor&#8230;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>QUANDO O R\u00c9U \u00c9 UM VIOL\u00c3O Relato para os leitores verdadeira cr\u00f4nica da vida real&#8230;.<\/p>\n","protected":false},"author":7,"featured_media":34544,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,101],"tags":[],"class_list":["post-36663","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-ary-albuquerque"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/Ary-Albuquerque.jpeg","jetpack-related-posts":[{"id":36448,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/por-ary-albuquerque-9\/","url_meta":{"origin":36663,"position":0},"title":"por Ary Albuquerque","author":"adminredacao","date":"Novembro 18, 2025","format":false,"excerpt":"Primo Primo hoje em dia \u00e9 diferente. 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