{"id":9015,"date":"2019-09-08T04:24:54","date_gmt":"2019-09-08T04:24:54","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=9015"},"modified":"2019-09-08T04:24:54","modified_gmt":"2019-09-08T04:24:54","slug":"as-lembrancas-de-herculando","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/as-lembrancas-de-herculando\/","title":{"rendered":"AS LEMBRAN\u00c7AS DE HERCULANDO"},"content":{"rendered":"<p>A minha critica liter\u00e1ria n\u00e3o passa pelo desejo de ser experimental. Como naquela carta de Van Gogh a Theo, em que ele dizia: \u201cQuero chegar ao ponto em que digam de minha obra: este homem sente profundamente, e este homem sente dedicadamente\u201d. N\u00e3o me comparo o Van Gogh, mas sei o que quero e o que n\u00e3o quero na minha leitura liter\u00e1ria. Em suma apenas poder despertar ao leitor o interesse por essa ou aquela obra. Posto isto, digo, o que sentir lendo o livro: \u201cLembran\u00e7as e Relembran\u00e7as de Meruoca e Sobral\u201d, de Benedito Herculano Costa. O t\u00edtulo desta obra n\u00e3o \u00e9 a toa, ali\u00e1s, \u00e9 fruto de hist\u00f3rias, recheadas de muitas revela\u00e7\u00f5es.<br \/>\nPois bem, a obra que aqui se imp\u00f5e caber\u00e1 ao escritor resgatar o sentido primeiro das palavras, assim, como a minha cr\u00edtica a ilumina\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios fundados pela sua obra liter\u00e1ria, isto \u00e9, no absoluto das indaga\u00e7\u00f5es, no profundo organismo do assombro, a procura de suas sombras flamejantes de suas lembran\u00e7as e relembran\u00e7as das cidades de Meruoca e de Sobral.<br \/>\nNo sinuoso fluxo da algumas lembran\u00e7as que apresenta o livro, n\u00e3o encontraremos outra verdade que n\u00e3o seja a da hist\u00f3ria como um elemento do esp\u00edrito, da inquietude, como um luminoso salto, na busca da existencialidade humana com refer\u00eancias e recorda\u00e7\u00f5es dos eventos passados, registrados na hist\u00f3ria da boa vizinhan\u00e7a e da solidariedade entre o povo Meruoquense e Sobralense.<br \/>\nE v\u00e1lido ressaltar que, as figuras dos coron\u00e9is, presentes no livro, sobretudo do coronel Jo\u00e3o Duarte Ripardo \u00e9 a imagem das fam\u00edlias abastadas do naturalismo de Zola, ou mesmo de Alu\u00edsio de Azevedo, branco, fartos e fleum\u00e1tico, mas boa parte da leitura das lembran\u00e7as permanece pr\u00f3ximo ao universo do autor. Veja por exemplo, da inf\u00e2ncia duas imagens que n\u00e3o se apagaram: a escola do Mestre Pereira, o balc\u00e3o da bodega do seu pai, Francisco de Assis Costa.<br \/>\nPortanto, o alcance da sua obra pode ir muito al\u00e9m desse universo, no espa\u00e7o e no tempo. A dial\u00e9tica que o autor move, \u00e9 fundamentada na linha intimista da hist\u00f3ria regionalista, que \u00e9 a vertente, \u00e0 qual \u00e9 mais inclinado, e na qual se sente mais \u00e0 vontade.<br \/>\nNas relembran\u00e7as, ele lembra o gosto do realismo expressivo, pela hist\u00f3ria oral, concebido sempre como fonte de um passado que se pode sentir com uma predisposi\u00e7\u00e3o espiritual aos g\u00eaneros, ora cr\u00f4nicas, ora contos. Vejamos quando o ele lembra da cultura da assombra\u00e7\u00e3o, nos relatos m\u00edticos nordestinos. Nada experimental na forma de contar, especificamente na linguagem est\u00e9tica, ou de uma reviravolta tem\u00e1tica, portanto, o que, ali\u00e1s, n\u00e3o \u00e9 o que conta para que um conto ou uma cr\u00f4nica sejam bons ou que seja amado pelo leitor, pois se sabe que o leitor busca mesmo \u00e9 uma hist\u00f3ria tocante, contada em linguagem simples e compreens\u00edvel, o que o autor consegue com \u00eaxito e consist\u00eancia.<br \/>\nOutras respostas surgem do contato com o regionalismo do tema sobre essa vulnerabilidade humana frente ao destino que o escritor busca furtar do olhar, Ou que, num gesto de sedu\u00e7\u00e3o ele tem as mais secretas alegrias e os confess\u00e1veis desejos, de um bom nordestino, que tem todo um artesanato r\u00edtmico que passa pela incorpora\u00e7\u00e3o de elementos e imagens ao rastro das hist\u00f3rias contadas.<br \/>\nAli\u00e1s, ao transcorrer pelo subterr\u00e2neo do projeto herculaniano, tamb\u00e9m, descobrimos que, o Herculano estabelece muito bem a comunh\u00e3o entre o passado e o presente, tal que se poderia dizer, trata-se de um livro, que se faz a aventura est\u00e9tica, em que a palavra vem revestida de vitalidade l\u00fadica, dotada de uma for\u00e7a comunicativa, que abre a possibilidade de o leitor se familiarizar com a sua cidade,<br \/>\nNo mundo da realidade liter\u00e1ria n\u00e3o se chega \u00e0 defini\u00e7\u00e3o de uma voz liter\u00e1ria sem uma essencial exig\u00eancia com sigo mesmo, sem aquele natural rigor que faz com que o escritor siga seu curso natural, buscando reflex\u00e3o de suas tem\u00e1ticas e o corpo ideal de suas ideias, que tenha um papel na conquista de uma sociedade mais humana.<br \/>\nPor fim, embora em nossos dias, esteja machado por uma absoluta falta de reflex\u00e3o em torno n\u00e3o somente da literatura, mas tamb\u00e9m da cadeia de experi\u00eancias, que atrav\u00e9s da qual o homem pode sedimentar sua exist\u00eancia no mundo, isto n\u00e3o quero dizer que n\u00e3o encontremos mais entre n\u00f3s, escritores envolvidos com a verdadeira linguagem liter\u00e1ria, porque o livro, \u201cLembran\u00e7as e Relembran\u00e7as de Meruoca e de Sobral,\u201d veio \u00e0 tona com uma convic\u00e7\u00e3o de que a literatura regionalista resiste e resistir\u00e1 sempre aqui em terra cearense. \u00c9 assim que avalio a literatura de Herculano Costa..<br \/>\nJornalista, Historiador e Cr\u00edtico Liter\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A minha critica liter\u00e1ria n\u00e3o passa pelo desejo de ser experimental. 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