{"id":9177,"date":"2019-09-23T02:25:45","date_gmt":"2019-09-23T02:25:45","guid":{"rendered":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/?p=9177"},"modified":"2019-09-23T02:25:45","modified_gmt":"2019-09-23T02:25:45","slug":"as-necessidades-da-poesia-brasileira","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/as-necessidades-da-poesia-brasileira\/","title":{"rendered":"AS NECESSIDADES DA POESIA BRASILEIRA"},"content":{"rendered":"<p>Tudo \u00e9 discutido na poesia, menos um ponto: as necessidades da poesia brasileira diante da p\u00f3s-modernidade po\u00e9tica. Neste sentido, podemos trazer, aqui e agora, um debate sobre a revolu\u00e7\u00e3o inovadora, dentro das velhas \u00e1reas estil\u00edsticas po\u00e9ticas, sem compromisso hist\u00f3rico ou ideol\u00f3gico.<br \/>\nTrata-se de uma estrat\u00e9gia p\u00f3s-modernista, que descobre as novas necessidades po\u00e9ticas dentro das velhas formas ontol\u00f3gicas. N\u00e3o \u00e9 termos: Moderno e P\u00f3s-moderno. Tais momentos da poesia n\u00e3o s\u00e3o opostos, pois, um est\u00e1 dentro do outro. N\u00e3o \u00e9 um estilo ou caracter\u00edstica da obra po\u00e9tica, mas a perspectiva cr\u00edtica que o olhar da modernidade lan\u00e7a sobre si pr\u00f3prio. Como dizia Ot\u00e1vio Paz: \u201c \u00c9 uma tradi\u00e7\u00e3o voltada contra si mesma, e essa necessidade que anuncia o destino da modernidade est\u00e9tica contradit\u00f3ria em si mesmo: ela afirma e nega ao mesmo tempo, decreta simultaneamente sua vida e morte, sua grandeza e decad\u00eancia\u201d.<br \/>\nDiante desse contradit\u00f3rio, existe apenas um aprofundamento, algo que o poeta Fernando Pessoa dizia: \u201ceu n\u00e3o evoluo, viajo\u201d. O que h\u00e1 de importante \u00e9 deixar a poesia viajar, com os seus desencontros, acertos e desacertos. A poesia \u00e9 uma vereda, um questionamento. \u00c9 por isso, que existem as necessidades filtradas pela inven\u00e7\u00e3o po\u00e9tica, que abre um corte profundo na p\u00f3s-modernidade vivida hoje. J\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 mais d\u00favida que, dentro das revolu\u00e7\u00f5es renovadoras no nosso meio liter\u00e1rio, as reinven\u00e7\u00f5es, se estabelecem entre as novas formas po\u00e9ticas e os fragmentos das velhas sensibilidades po\u00e9ticas que herdamos.<br \/>\nObviamente, \u00e9 dentro dessas necessidades que vem sendo constru\u00edda a poesia brasileira. Aqui est\u00e1 um exemplo: o soneto era um pecado, se n\u00e3o existisse uma m\u00e9trica rigorosa, no entanto, hoje, muitos poetas considerados marginais, ousam romper esse tabu, eles pegam um soneto e fazem uma experi\u00eancia visual. Ou, ent\u00e3o, invertem a pros\u00f3dia dos versos.<br \/>\nIsso abre espa\u00e7o para outro processo renovador. Vejamos o que diz o cr\u00edtico F\u00e1bio Lucas, quando se refere ao soneto com uma forma moderna, diz, \u201cO soneto, cont\u00e9m uma dic\u00e7\u00e3o nova, revelando possibilidades originais dentro da velha forma r\u00edgida\u201d. Aqui citamos um poeta como Nauro Machado, que diz em seu soneto: \u201cMetr\u00f3pole terr\u00edvel, ch\u00e3o de aranha,\/ tamb\u00e9m cidade entregue \u00e0 vil serpente,\/e ao lado e ao musgo, aur\u00edfera montanha\/tornada vale e ch\u00e3o de toda gente: sem pranto chora a carne tua estranha,\/a carne enfim de ti tua amante ausente,\/chora aos olhos que \u00e1gua alguma banha,\/chora o oceano vazio em ti, eternamente\u201d.<br \/>\nNeste sentido, o poeta n\u00e3o se op\u00f5e \u00e0 tradi\u00e7\u00e3o cl\u00e1ssica dos versos, conjuga-se um pouco com ela. Ora, \u00e9 justamente esse olhar desenvolvido pela consci\u00eancia do momento liter\u00e1rio que o p\u00f3s-modernismo, tamb\u00e9m, se lan\u00e7a ao barroco, tal como express\u00e3o \u201cneobarroco\u201d descrito por v\u00e1rios estudiosos. E isso que explica que este n\u00f4made comporta uma movedi\u00e7a po\u00e9tica, que n\u00e3o se estabiliza numa forma, que lhe trai em um momento, para n\u00e3o desencant\u00e1-la, mas logo a seguir ela visita o passado. Enfim, o encontro com a est\u00e9tica da modernidade, o que a poesia pode alcan\u00e7ar, se a poesia \u00e9 uma busca, e uma busca n\u00e3o chega ao fim? \u00c9 apenas um caminho.<br \/>\nA nosso ver, \u00e9 sem d\u00favida um olhar da exig\u00eancia do mundo velho, que herdamos capaz de colocar, o P\u00f3s-modernismo e a desconstru\u00e7\u00e3o no banco dos r\u00e9us, aplicando sobre eles o mesmo veredito cr\u00edtico que permite n\u00edveis de leituras, defendendo a \u00f3tica escolhida pelo leitor.<br \/>\nCreio que, nesse sentido, podemos tomar como uns bons exemplos os estilem barrocos no P\u00f3s-parnasianismo desfa\u00e7ado de P\u00f3s-simbolismo, ou as degeneresc\u00eancias do concretismo. Basta outro exemplo, para ilustrar o que dizemos. O poeta p\u00f3s-concretista Augusto de Campos insiste em desafinar o coro dos contentes, vertendo o poema com a estrat\u00e9gia digital, ou seja, \u00e9 a forma se dizendo p\u00f3s-moderna para significar a pr\u00f3pria inunda\u00e7\u00e3o do moderno.<br \/>\nIsso \u00e9 f\u00e1cil de entender. Vejamos nas vers\u00f5es dos versos de Casimiro de Brito: \u201cNo velho tanque,\/ uma r\u00e3 salta-mergulho,\/ ru\u00eddo na \u00e1gua\u201d. Na transcri\u00e7\u00e3o de Haroldo, ele verte: o velho tanque, r\u00e3 talt tomba, rumor de \u00e1gua. Ora, ele incorpora, assim, a caracter\u00edstica do desenho animado. Ou seja, existe uma l\u00f3gica da desconstru\u00e7\u00e3o que patrocina para o leitor fluir pela ideia e construir uma boa imagem em movimento a partir das sugest\u00f5es metaf\u00f3ricas dos versos. A convers\u00e3o dele \u00e9 muito po\u00e9tica.<br \/>\nObviamente \u00e9 um debate questionador. Porque, existem outras abordagens, al\u00e9m, do momento que se sonda a natureza dessa fecundidade das necessidades po\u00e9ticas, que em podemos questionar depois. Embora, sabemos que a grande poesia \u00e9 sempre dif\u00edcil. Mas existe aquele novo poeta que nasceu fundamentalmente para fazer poesia extraordin\u00e1ria.<br \/>\nPortanto, s\u00e3o essas as conclus\u00f5es a que se chega, quando se tenta a avaliar ou interpretar em conjunto a expressiva safra da poesia p\u00f3s-moderna. H\u00e1 um s\u00e9culo, Mellarm\u00e9, dizia: que o poeta tenta descobrir outra verdade essencial, subvertendo uma ordem, desconstruindo uma nova fala.<br \/>\nAfinal, a despeito dessas necessidades po\u00e9ticas, partindo do pressuposto, parafraseando algo que Goethe definiria da seguinte forma: \u201cSe eu tivesse sabido ver, como hoje, quantas novas obras primas existem no Brasil e no mundo\u201d. Digo a poesia brasileira est\u00e1 a\u00ed, para provar suas belas necessidades.<\/p>\n<p>Jornalista, Historiador e Cr\u00edtico Liter\u00e1rio.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tudo \u00e9 discutido na poesia, menos um ponto: as necessidades da poesia brasileira diante da&#8230;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":8290,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2}},"categories":[11,16],"tags":[],"class_list":["post-9177","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-artigos","category-eudes-de-sousa"],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/wp-content\/uploads\/2019\/07\/DSC_2725.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":10176,"url":"https:\/\/correiodasemana.com\/site\/os-poetas-revolucionarios\/","url_meta":{"origin":9177,"position":0},"title":"OS POETAS REVOLUCION\u00c1RIOS","author":"","date":"Dezembro 16, 2019","format":false,"excerpt":"Sabemos que a express\u00e3o de \u201cpoetas malditos\u201d foi celebrada por Verlaire, ao publicar a colet\u00e2nea \u201cL\u00eas poetes Maudits\u201d, que incluiu Rimbaud, Mallarm\u00e9 e Tristan Corbi\u00e9re. 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