Movimentos Feministas e as Mulheres Serviçais de Maridos
Os movimentos feministas organizados começaram no final do século XIX e início do século XX (primeira onda), com foco no direito ao voto (sufrágio) e educação, quando teve marcos na Revolução Francesa (1789) e na Convenção de Seneca Falls (1848) nos EUA, buscando igualdade jurídica e política. (wikipedia+5).
A Primeira Onda veio no Século XIX e início do XX: Foco em direitos civis, políticos e voto. Mulheres como Olympe de Gouges (França) e Mary Wollstonecraft (Inglaterra) foram pioneiras.
O contexto no Brasil iniciou no final do século XIX e início do XX, com Nísia Floresta e a luta de Bertha Lutz pelo sufrágio, conquistado em 1932. A segunda Onda aconteceu nos anos 1960-1970: Impulsionada por movimentos sociais, focou em liberdade sexual, direitos reprodutivos e igualdade no trabalho. (wikipedia +4).
O movimento surgiu para combater a estrutura patriarcal e a desigualdade de gênero, evoluindo através de ondas históricas que questionaram desde direitos jurídicos básicos até a libertação social das mulheres. (Toda Matéria +2).
Os movimentos feministas foram atores importantes na luta contra a ditadura militar e, a partir da Constituição de 1988, a igualdade entre homens e mulheres tornou-se cláusula pétrea.
O país, no entanto, ainda não enfrentou a questão do aborto, que continua ilegal (com algumas exceções) e, apesar de leis como a Maria da Penha (2006), a violência contra a mulher continua sendo um grave problema.
Nos últimos anos, uma reação conservadora surgiu contrapondo-se aos avanços do feminismo, tornando-o um dos temas centrais da atual polarização política.
No governo Sarney criou-se o Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), o primeiro órgão governamental voltado à afirmação da igualdade de gênero. Foi um marco importante que impulsionou a articulação de diferentes movimentos e organizações de mulheres para definir reivindicações e defender os direitos da mulher na Constituinte.
Na Assembleia Nacional Constituinte (ANC), o chamado Lobby do Batom, formado por parlamentares mulheres e organizações da sociedade civil ligadas ao movimento feminista, teve participação importante.
Como resultado, a Constituição de 1988 estabeleceu a igualdade entre homens e mulheres perante a lei e responsabilizou o Estado pelo combate à violência contra a mulher fora e dentro da família, base importante para a Lei Maria da Penha, que seria criada em 2006.
Apesar dos avanços que promoveu, o CNDM perdeu força no final deste governo. A mudança na chefia do Ministério da Justiça levou a embates com o Conselho e à renúncia coletiva das conselheiras do movimento feminista.
(https://fundacaofhc.org.br/linhasdotempo/direito-das-mulheres/?)
Infelizmente ainda hoje tem muitas mulheres que servem seus maridos como se fossem escravas. Os homens machistas sobrecarregam suas esposas a todo momento com seus “pedidos” autoritários.
Além das mulheres trabalharem no seu emprego fora de casa, trabalham no expediente caseiro fazendo café da manhã, lanche matinal, almoço, café da tarde e jantar, elas também cuidam da roupa lavada e passada, e da limpeza da casa (sala, cozinha, quartos, banheiros, áreas, quintal).
Mas o mais interessante é que esses maridos autoritários ainda acham pouco e em estando no quarto, na sala ou banheiro, pedem a suas esposas se expressando da seguinte forma: Maria, traz água pra mim, traz a toalha, traz café, traz suco, frita um ovo, etc. E assim vai autoritariamente explorando sua esposa todos os dias.
Por que ele não vai buscar a água, a toalha, o café que ela mesma já fez? Por que ele não faz o suco? Por que ele não frita o ovo? Enfim, é um verdadeiro explorador de sua esposa, tratando-a como um serviçal.
(almitocamposs@gmail.com).

