Diocese de Itapipoca se despede de Dom Frei Antônio Roberto Cavuto
Com emoção e gratidão, leigos e clérigos acolheram, na noite da última segunda-feira (06/10), o corpo do bispo emérito da Diocese de Itapipoca, Dom Frei Antônio Roberto Cavuto, OFMCap, na Catedral de Nossa Senhora das Mercês, em Itapipoca.
Dom Frei Antônio Roberto faleceu no dia 1º de outubro, deixando a Igreja do Ceará e todos que o conheceram em profundo luto. O velório reuniu ex-diocesanos, sacerdotes, religiosos e fiéis que foram prestar a última homenagem a um pastor que dedicou sua vida ao serviço do Evangelho e ao cuidado do povo de Deus.
A primeira Missa de Exéquias foi presidida pelo bispo diocesano de Crato e presidente do Regional Nordeste 1, Dom Magnus Henrique Lopes, OFMCap. Concelebraram o bispo da Diocese de Itapipoca, Dom Rosalvo Cordeiro; o bispo da Diocese de Quixadá, Dom Aurélio Pinto de Sousa; e sacerdotes de inúmeras dioceses do Ceará.
Representando a Diocese de Sobral, estiveram presentes o vigário geral, Monsenhor Nonato Timbó; o pároco da Paróquia de Alcântaras, padre Lucione Queiróz; o administrador paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, padre Francisco Eduardo; e o pároco da Paróquia Imaculada Conceição de Nossa Senhora, em Panacuí, padre Samoel Melo.
Ao longo da noite, ex-diocesanos e fiéis de diversas comunidades passaram pela Catedral para se despedir do bispo emérito, num velório marcado pela oração, pelo afeto e pela gratidão por uma vida inteiramente consagrada à missão.
No dia seguinte (06/10), foram celebradas mais duas Missas de Exéquias, nas quais recordaram o legado de Dom Frei Antônio Roberto à frente da Diocese de Itapipoca, sua simplicidade franciscana, seu amor ao povo e sua entrega generosa à Santa Mãe Igreja.
Os testemunhos pintaram o retrato de um pastor que não mediu esforços para estar próximo dos seus, que pastoreou com mansidão e firmeza, e que deixa, em cada comunidade que tocou, a marca indelével de quem serviu com o coração.
O bispo partiu deixando o perfume de sua vida consagrada, a fragrância do Evangelho vivido sem concessões, com alegria simples e profunda.
Thaís Helena – Jornalista – Jornal Correio da Semana
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