Dom Vasconcelos celebra 63 anos de vida e recebe homenagens da Diocese de Sobral

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ANIVERSÁRIO (2)

A terça-feira (12/05) foi de celebração na Diocese de Sobral. Em dois momentos distintos ao longo do dia, a Igreja Diocesana reuniu-se para homenagear o bispo diocesano, Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos, pelo seu aniversário natalício. À tarde, os colaboradores da Cúria Diocesana reuniram-se em um momento fraterno de comemoração. Presbíteros, familiares e colaboradores estiveram presentes, manifestando carinho e proximidade ao bispo em um clima de alegria e comunhão. Entre homenagens e partilha, foram expressos votos de saúde, paz e abundantes bênçãos sobre a vida e a missão de Dom Vasconcelos, em agradecimento por sua dedicação e serviço à Igreja particular de Sobral.

Na Catedral: fé, comunhão e gratidão
Ao anoitecer, a Sé Catedral de Nossa Senhora da Conceição acolheu presbíteros, diáconos, religiosas, seminaristas e fiéis para a Santa Missa em Ação de Graças presidida pelo aniversariante. Em clima de fé e comunhão, a Igreja Diocesana elevou preces a Deus pelo dom da vida e pelo pastoreio dedicado de Dom Vasconcelos, marcado pelo serviço, pelo zelo pastoral e pelo amor à Igreja.
A homilia: um apóstolo entre nós
Em homilia, o quase-pároco da Quase-Paróquia da Divina Misericórdia, padre Ítalo Arcanjo, fez uma alusão do período pascal e da missão episcopal do bispo, recordando que a Igreja ainda celebra o tempo da Páscoa, destacando a presença de Deus no ser humano como fundamento do olhar cristão sobre o outro. “Ainda celebrando a Páscoa, somos casa do Deus vivente entre nós. Por isso, olhamos para o ser humano e o admiramos, e no ser humano podemos tocar em Deus”, afirmou.
O sacerdote traçou um paralelo entre a missão de Dom Vasconcelos e a dos apóstolos Paulo e Silas, homens que entregaram a própria vida ao Evangelho. “O senhor veio para Sobral fazer uma linda experiência, e como os apóstolos a exemplo do seu Mestre, também precisava partir. Vindo aqui, o senhor faz a experiência desses homens que entregaram a sua vida ao Evangelho. O senhor é um apóstolo, e aqui está o respeito, a reverência e o amor que deve existir dentro de um católico. Por que amamos um bispo? Porque ele é um sucessor dos apóstolos. Aqui reside a nossa honra e o nosso respeito à figura de um pastor”, ressaltou.
Encerrando a homilia, o presbítero expressou gratidão pela presença do bispo na diocese. “O senhor tem nos dado uma nova vida aqui na Diocese de Sobral. Somos homens e mulheres em partida, em missão, para algo maior — assim já nos dizia o Papa Francisco. Agradeço ao bom Deus que o fez pastor de nossa diocese. Muito obrigado porque o senhor respondeu ao desejo de Nosso Senhor e partiu de sua terra para cá, para se tornar parte da nossa família e gente da nossa terra”, concluiu.

O amor de uma diocese
Ao término da celebração, o vigário episcopal da Região Sede e reitor do Seminário Maior de Filosofia São João Paulo II, padre Denilson de Sousa, dirigiu-se ao bispo em nome de todo o clero, em um gesto de afeto e reconhecimento, lembrando que familiares e amigos que já partiram intercedem do céu pela vida e missão de Dom Vasconcelos. “Hoje somos nós, familiares e amigos, e alguns se alegram no céu, intercedendo por sua vida e missão. Em nome de toda a nossa diocese, digo que estamos unidos à sua pessoa e somos felizes pelo seu sim. Esta Igreja particular é feliz com a sua presença, e no dia a dia conseguimos mostrar como somos felizes com a sua pessoa. Saiba que o senhor conta com muitas pessoas que estão ao seu lado. Estamos abertos ao seu ensinamento e ao seu conselho”, declarou.

Gratidão, memória e pedido de orações
Tomando a palavra ao final da celebração, Dom Vasconcelos agradeceu o carinho que recebe diariamente de todos ao seu redor. O bispo revelou que naquela missa rezou de forma especial por sua avó e sua mãe, ambas já falecidas, unindo a alegria do aniversário à saudade de quem partiu. Por fim, pediu orações por sua vida e por seu episcopado, confiando sua missão à intercessão do povo que o acompanha.
A celebração encerrou como um testemunho vivo da comunhão entre pastor e rebanho, a gratidão de uma diocese que reconhece no seu bispo um sinal concreto do amor de Deus, e de um bispo que, mesmo no dia em que é celebrado, escolhe rezar pelos outros e pedir que rezem por ele.

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